“Quando a empatia dorme, a tragédia nos desperta: inocentes  pagaram o preço.”

Demorei muito pra sentar e escrever essas palavras, o que não quer dizer que estão dia e noite presentes na minha mente.

Nós, humanos, após aquele terror vivido na época d covid, acabamos nos afastando uns dos outros. O mundo virou virtual. As emoções pouco demonstradas. E assim a vida foi acontecendo. Era o novo normal.

Porém, as atrocidades continuavam acontecendo. E parece que nos fizemos de cegos. Viramos o rosto pro outro lado. Colocamos nossos fones de ouvido. Esse é o novo normal? Não posso e nem quero acreditar que esse seja o novo normal. Fechar os olhos para o sofrimento alheio.

Inicalmente, em Ibirama, um ser (não podemos chamar de homem), tirou a vida da esposa e dos filhos e colocou fogo no automóvel. Sociedade se revoltou em partes, mas tudo acabou passando.

Mais erecentemente, em 28 de janeiro de 2026 ,  corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza foi encontrado em área de mata em Caldas Novas, Goiás. Dtalhe, ele estava seno vitima de perseguição pelo síndico do prédio.

Não foram somente essas atrocidades que ocorreram nos últmos meses que tiraram o cidadão do sofá, vestindo camisetas com fotos das vitimas, pedindo justiça.

O torpor ainda não havia se dissipado.

Até que há uns dias, um anjo de 4 patas foi torturado e perdeu a vida nas mãos de 4 (algumas fontes dizem 5) adolescentes. O tropor sumiu. A sociedade se juntou. Estamos vendo pessoas de direita, esquerda, centro, ateus, evangélicos e inclusive, umbandistas e quimbandistasn na luta por justiça ao cão.

Nesse momento do texto, podem me perguntar, “Mas você está mais sensibilizada pelo Orelha do que pelas demais vítima dessa sociedade doente?” A resposta é simples. Não.

Todas as mortes são um ato monstruoso. As famílias jamais deveriam passar por algo desse tipo.

O questionamento aqui é… 4 monstros juvenis tiveram a c oragem, alias, covardia, de tratar um animal assim. E pior, são reincidentes. O que será deles no futuro, demonstrando desde esa idade tamanha crueldade. Levantamos e gritamos por Orelha, não somente para que eles paguem pelo jeito, mas também por medo do que o futuro reserva para esse delinquentes,

Quem viveu na década de 1990, se lembra bem do índio que foi queimado vivo nas praças de Brasília, e o que aconteceu com aqueles “jovens” que estava apenas pregando uma peça? Concursados.

“Nossa, mas comparara um cachorrinho com um ser humano é muitodsproporcional voê não acha?!”

Vamo lembrar que os psicopatas jamais inicial sua vida de crimes, atacado seres humanos. Suas primeiras vítimas são animais. Frágeis e indefesos. Isso não te diz nada?

Vamos repsensar em ual nível de comunidade estamos. Creio que está na hora de levantar a cabeça, parar de fingir quenada viu, nada ouviu e agirmos. O futuro dos nossos filhos, nossos netos depende das ações que a sociedade atual tome. Chega de torpor. Chega de fingimento. E mais… chega de achar que tudo é normal.

Chega.

 

Por: Sabrina Fernandes

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