
No período, a taxa de mortalidade saltou de 16,4 para 17,2 a cada 100 mil habitantes, um aumento de 5%. A maioria das vítimas desse tipo de acidente são homens. Em 2022, eles representaram 83% dos mortos.
Pessoas negras foram 20.743 vítimas, um total de cerca de 60% das mortes. Já a faixa etária que mais morre no trânsito é entre 25 e 34 anos, aproximadamente um quinto das mortes.
Em relação às capitais brasileiras, Boavista (RR) foi a que registrou a maior taxa de mortalidade, encerrando 2022 com índice de 26,7 a cada 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem Palmas (TO), cuja taxa é de 25,9, e Cuiabá (MT), com índice de 19,6.
Na outra ponta, São Paulo teve a menor taxa (3,6), seguida por Salvador (5,1) e Natal (7,1).