
Durante entrevista coletiva na terça-feira (15), o presidente Donald Trump disse que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “moeda entrando” no país. A resposta do republicano veio depois ser questionado o motivo de aumentar as tarifas de importação mesmo os EUA tendo superávit na balança mercantil com o Brasil
“Estamos fazendo isso porque eu posso fazer. Ninguém mais seria capaz”, disse Trump no gramado da Morada Branca. “Temos tarifas em vigor porque queremos tarifas e queremos o moeda entrando nos EUA. Porém, o mais importante não é moeda há dois aspectos na tarifas . Há o moeda que entra. Outro paisagem é que, em vez de remunerar a tarifa, o país ou a empresa construirá nos EUA, fabricará seu resultado nos EUA, e isso gera empregos”, acrescentou.
A pedido de Trump, o governo norte-americano abriu contra o Brasil uma investigação por “práticas comerciais desleais”. O proclamação foi feito na terça-feira (15) por meio de um documento solene do Escritório do Representante de Negócio dos Estados Unidos (USTR, na {sigla} em inglês)
“O USTR detalhou as práticas comerciais desleais do Brasil que restringem a capacidade dos exportadores americanos de acessar seu mercado há décadas no Relatório Vernáculo de Estimativa de Negócio (NTE). Posteriormente consultar outras agências governamentais, assessores credenciados e o Congresso, determinei que as barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil merecem uma investigação completa e, potencialmente, uma ação corretiva”, diz trecho do documento.
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A legislação dos EUA permite que o país adote medidas para tentar emendar práticas comerciais desleais, uma vez que a emprego de tarifas ou sanções contra o país cândido da investigação. O presidente norte-americano já havia mencionado a investigação na epístola em que anunciou a tarifa de 50% sobre exportações brasileiras.
Para justificar a taxação, o documento mistura alegações comerciais e políticas , incluindo um suposto déficit mercantil dos EUA com o Brasil. No entanto, desde 2009, os EUA tem superávit na balança mercantil com o Brasil, de harmonia com informações do governo federalista.