Kia Stonic reestilizado só chega ao Brasil em 2027

Uma das estrelas da Kia no Salão do Automóvel de 2025, a reestilização do Stonic pode demorar mais do que o previsto. Prometido para o segundo semestre de 2026, o crossover compacto pode ficar para 2027.

Segundo a rede de concessionários da marca sul-coreana, este ano deve ficar reservado para as apresentações do novo Sorento e da inédita picape Tasman. Já os outros modelos mostrados no Salão, como o K4, a van elétrica PV5 e o Stonic, podem acabar estreando só depois.

O motivo? A demora na homologação e os custos atrapalharam os planos dos oito lançamentos prometidos no Salão até o fim deste ano. Lembramos que o Stonic é novidade até mesmo no exterior. O pequeno SUV foi apresentado em setembro do ano passado na Coreia do Sul, e ainda está chegando em outros mercados.

Lançado em 2017 no mercado global, o Kia Stonic acaba de receber sua primeira atualização visual. A renovação foi inicialmente apresentada na Europa e segue a nova identidade de design da marca, com inspiração nos modelos elétricos da sul-coreana, como o EV5 já disponível no Brasil.

Por fora, a Kia fez mudanças na dianteira e na traseira. O conjunto óptico agora é de LED, com novos faróis conectados à grade redesenhada. As lanternas traseiras passaram a invadir mais as laterais da carroceria, enquanto as rodas de liga leve ganharam novo desenho e são oferecidas em tamanhos de 16” e 17”. O catálogo de cores passa a contar com duas opções inéditas: Verde Aventureiro e Azul Iate.



Foto de: Kia

As maiores novidades, entretanto, estão na cabine. Antes criticado pela simplicidade e pelo aspecto datado, o interior recebeu um painel renovado, que traz duas telas de 12,3” – substituindo a antiga combinação de instrumentos analógicos e digitais e o multimídia de 8″. O modelo ainda estreia comandos sensíveis ao toque para climatização e multimídia, volante redesenhado, novos painéis de porta e um console central atualizado.

Entre os equipamentos, ganhou carregador sem fio para smartphones, portas USB-C, iluminação ambiente e o aplicativo Kia Connect, que permite uso da chave digital, serviços de conectividade e diagnóstico remoto do veículo.



Foto de: Kia

A motorização, ao menos na Europa, permanece a mesma, utilizando o motor 1.0 turbo de três cilindros já conhecido por aqui. A maior diferença fica pela oferta da versão convencional, sem eletrificação. Desta forma, o modelo deve permanecer com o atual 1.0 TGDI combinado ao sistema híbrido leve de 48 volts, que tem como diferencial o “modo velejar”, um start-stop com o carro em movimento que desliga o motor em velocidade de cruzeiro para reduzir consumo e emissões.

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