
Ao contrário do que alguns possam ter pensado, Planeta dos Macacos 4: O Reinado não continuará a história da franquia após seu último filme, A Guerra (2017) — ao menos não imediatamente após os eventos do longa. De acordo com informações da revista Empire, a sequência se passará 300 anos após a produção, indicando uma nova era para os primatas, bem distante da fase do revolucionário César (Andy Serkis).
O que você precisa saber:
Leia mais!
Iniciando um novo capítulo na trajetória dos macacos, a sequência terá Kevin Durand como Proximus César, novo vilão da franquia, e Owen Teague como Noa, o novo mocinho responsável por ressuscitar a ideologia de César e erguer uma nova liderança.
Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas diversas interpretações. Noa precisa entender o que tudo isso significa. César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos. Foi uma autoproclamação para que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos para acreditarem nele.
Owen Teague em entrevista à Empire.
Além de Durand e Teague, o elenco conta ainda com Freya Allan (The Witcher), William Macy (Fargo), Eka Darville (Jessica Jones) e Lydia Peckham (Cowboy Bebop).
Vale pontuar que, embora os filmes mais lembrados de Planeta dos Macacos, e que revitalizaram a franquia, sejam os reboots de 2011 (A Origem), 2014 (O Confronto) e 2017 (A Guerra), os originais são bem mais antigos, sendo lançados a partir de 1968.
Ao todo, são nove filmes: cinco longas principais, um remake único de 2001, que ficou sob o comando de Tim Burton (e não foi nada bem), e a nova trilogia reboot iniciada em 2011 — primeiro filme foi dirigido por Rupert Wyat. Matt Reeves assumiu as duas sequências.