
Strickland promove evento do UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC
Sean Strickland viveu um dia de fúria no ‘media day’ do UFC Houston. Neste sábado (21), o ex-campeão do peso médio (até 83,9 kg) entra em ação contra Anthony Hernandez, em luta de extrema importância, mas o poupou do ‘trash talk’. Se na cerimônia, o bad boy causou ao atacar Gina Carano, Ronda Rousey, o MMA feminino e as mulheres na sociedade, também não poupou Bad Bunny, a NFL e a comunidade LGBTQIAPN+.
Sempre vocal e polêmico, Strickland não quis saber e reprovou o fato da NFL ter escalado Bad Bunny, cantor porto-riquenho e artista mais ouvido do mundo em 2025, para ser a principal atração do tradicional show do intervalo da final. De acordo com o ex-campeão do UFC, como o esporte é um símbolo dos Estados Unidos, deveria exaltar e escalar os principais músicos do país.
Insatisfeito, o bad boy frisou a decisão de dar palco para Bad Bunny só foi possível, porque, em seu entendimento, a ‘National Football League’ perdeu sua identidade masculina, ficando cada vez mais frágil. Sem papas na língua, Strickland, revoltado com a sociedade atual, aproveitou para se posicionar contra a homossexualidade, a classificando como uma doença.
“Olha a NFL.. Teve aquele cara, que nem quero falar o nome do v***. Falem o nome dele, o cara do show do intervalo, o porto-riquenho. Bad Bunny, aquele filho da p***. É muito louco que essa é a América hoje em dia. Antigamente, a NFL era o padrão para ser um homem. Agora, todo maldito ano, acho que todos da NFL se reúnem em volta da mesa e dizem: ‘Como é que vamos arruinar este esporte? Como podemos tornar isso gay?’”, disse o bad boy.
“Bom, vou dizer uma coisa. Por que não trazer um estrangeiro gay e que não fala inglês para se apresentar? A NFL está insanamente patética hoje em dia. Até os jogadores provavelmente odeiam. Acho que todos concordamos que a NFL ficou muito gay ultimamente. Doença mental é real. É muito simples. Se você é gay, vá chupar. Vá ser feliz, seja gay. Não tenho ideia de como é. Na verdade, me sinto mal pelos gays. Imagine um cara acordando e pensando: ‘Quero transar com outros caras’. Não sei como é isso”
“É muito estranho. É claramente uma doença mental, mas apoio. Às vezes, você tem que deixar sua bandeira tremular. Dito isso, transexual é um pouco demais. Se você quiser cortar seu pênis e se chamar de Suzy, não concordo com isso. Se você é gay, tanto faz. Vá ser gay. Guarde isso para você, mantenha isso pessoal, mas trans, não. Acho que todos concordamos que trans é ruim”, concluiu.
Sean Strickland, de 34 anos, é um atleta de elite e ex-campeão do peso médio do UFC. O norte-americano iniciou sua trajetória no MMA em 2008, estreou na companhia em 2014 e conquistou o cinturão em 2023. Atualmente, o bad boy é o terceiro colocado no ranking da categoria.
No esporte, ‘Tarzan’ construiu um cartel composto por 29 vitórias e sete derrotas. Seus principas triunfos foram sobre Brendan Allen, Israel Adesanya, Nassourdine Imavov, Paulo Borrachinha e Uriah Hall.