
Nesta edição do Semana Motor1.com Brasil ficou claro que o início de 2026 não foi um período de paz no noticiário. O novo Volkswagen Taos já está chegando nas lojas e os vendedores já estimaram os preços. A BYD também confirmou que o Song Plus será fabricado no Brasil ainda neste ano.
Um flagrante revelou detalhes importantes e inéditos da vindoura reestilização do Jeep Renegade, que completará 10 anos de mercado em 2026. A Chevrolet ainda divulgou uma pitada de informação sobre o novo Sonic. Também obtivemos junto a lojistas uma data estimada para a chegada do Toyota Yaris Cross às concessionárias. No Momento InsideEVs, os dados de vendas de veículos plugáveis (elétricos e híbridos plug-in) colocara o Brasil num patamar acima do Japão e já se aproximando dos EUA.
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Fonte: Motor1 Brasil
O novo VW Taos 2026, agora importado do México, já começou a chegar às concessionárias brasileiras e teve seus preços apurados com exclusividade pelo Motor1.com Brasil. Segundo lojistas, a versão Comfortline deve custar cerca de R$ 210 mil, enquanto a Highline ficará próxima dos R$ 240 mil, com início das vendas marcado para 20 de janeiro.
O SUV estreia com visual atualizado, novo arranjo de faróis e lanternas interligadas por LED, além de interior refinado com a central VW Play Connect de 10,1”. A mecânica permanece com o motor 1.4 TSI de 150 cv, câmbio automático de oito marchas e suspensão traseira multilink.
Teste BYD Song Plus 2026 – dianteira
Foto de: Motor1.com
Mesmo fora de linha na China, o BYD Song Plus híbrido plug-in teve sua produção nacional confirmada para a fábrica de Camaçari (BA) ainda em 2026. O modelo se junta a Dolphin Mini, King e Song Pro na estratégia de nacionalização da marca no Brasil.
O SUV mantém o conjunto 1.5 aspirado combinado a motor elétrico, entregando 235 cv de potência combinada, além de bateria de 18,3 kWh e recarga de até 6,6 kW. A notícia veio poucos dias após a marca ter confirmado o fim da comercialização do modelo na China.
Flagra: Jeep Renegade 2027 terá novo visual para coexistir com o Avenger
Foto de: @placaverde
Flagras revelaram que o Jeep Renegade 2027 passará por uma atualização visual e, principalmente, interna. O SUV compacto deve adotar painel inspirado em Compass e Commander, com multimídia em posição destacada, buscando se diferenciar do futuro Avenger.
Na mecânica, o Renegade seguirá com o motor 1.3 T270, mas poderá ganhar sistema híbrido leve. A estratégia também pode levar ao fim da versão Sport, reposicionando o modelo no mercado.
Chevrolet Sonic na mensagem de fim de ano da GM para 2025
Foto de: General Motors
A Chevrolet confirmou que o novo Sonic, SUV derivado do Onix, será posicionado como um SUV cupê, seguindo a proposta de modelos como VW Nivus e Fiat Fastback. O design aposta em lanternas de LED, aerofólio traseiro e forte “size impression”.
Ainda sem dados técnicos oficiais, a expectativa é pelo uso do motor 1.0 turbo, possivelmente com injeção direta, além de versões aspiradas mais acessíveis. O modelo também deve estrear novos recursos de segurança, como frenagem autônoma, inéditos na família Onix.
Foto de: Toyota
O Toyota Yaris Cross 2026 já tem data para começar a ser entregue aos compradores do lote promocional: entre o fim de fevereiro e o início de março. As versões híbridas foram as que mais saíram no lote inicial de 8.500 unidades, enquanto as opções com motor aspirado seguem disponíveis.
O SUV compacto chega ao Brasil com duas propostas mecânicas, incluindo versão híbrida plena, além de preços entre R$ 161.390 e R$ 189.990. Entre os diferenciais estão a garantia estendida de até 10 anos e bom pacote de segurança desde as versões de entrada.
O mercado brasileiro encerrou 2025 com 9,1% de participação de veículos plug-in, somando elétricos puros e híbridos plug-in, segundo dados da Bright Consulting. O resultado coloca o país à frente de Japão, Coreia do Sul e Índia, e praticamente empatado com os Estados Unidos.
Sem incentivos diretos ao consumidor, o avanço brasileiro se destaca pela adoção orgânica da eletrificação, impulsionada pela chegada de modelos competitivos, sobretudo de marcas chinesas. Na América Latina, o Brasil consolida a liderança em volume absoluto e maturidade de mercado.