As doenças foliares representam um desafio significativo para a sojicultura brasileira, podendo reduzir a produtividade das lavouras em até 40%. Esse cenário alerta produtores e especialistas para a necessidade de um manejo preventivo eficaz, que se torna essencial para garantir a saúde das plantas e a rentabilidade no campo.
Estudos indicam que as perdas médias nas lavouras de soja variam entre 10% e 35%, mas em condições adversas, como clima favorável à proliferação de doenças e manejo inadequado, esses números podem alcançar até 90%. Essa realidade exige atenção redobrada dos agricultores, que precisam estar preparados para enfrentar os desafios fitossanitários.
Manejo preventivo ganha protagonismo na soja
Com o aumento da pressão das doenças, o manejo preventivo se destaca como uma das principais estratégias para preservar a produtividade da soja. A combinação de fungicidas com diferentes modos de ação é uma recomendação técnica que visa ampliar o controle e reduzir o risco de resistência.
A FMC, por exemplo, tem investido em soluções integradas, como a associação dos fungicidas Onsuva e Zignal. O Zignal é conhecido por sua forte ação preventiva e resistência à lavagem pela chuva, enquanto o Onsuva oferece amplo espectro de controle desde as primeiras aplicações, formando a base de um programa fitossanitário robusto.
Proteção da lavoura e preservação da rentabilidade
A combinação dessas soluções é crucial para proteger as lavouras, especialmente nas fases mais sensíveis do desenvolvimento da soja. Além de garantir a sanidade das plantas, um manejo eficiente é vital para a preservação da rentabilidade do produtor, em um cenário de custos elevados e margens apertadas.
Andre Godoy destaca que a construção de programas eficientes depende da integração de tecnologias e do planejamento antecipado das aplicações. A visão estratégica do manejo é fundamental para que os produtores utilizem ferramentas que se complementem, elevando a eficiência do programa como um todo.
Com a expansão da área cultivada de soja e a variabilidade climática, a pressão fitossanitária deve permanecer elevada. Portanto, o uso de estratégias integradas, monitoramento constante e escolha adequada de produtos são essenciais para garantir uma produção sustentável e produtiva no Brasil.











