Volkswagen Tera vai mudar de nome para chegar a outros países

Quando ainda apresentava detalhes sobre o novo Tera, a Volkswagen já afirmava que o seu novo SUV de entrada não seria exclusividade do Brasil. E parece que um dos destinos do modelo será a África do Sul, onde deverá ganhar um novo nome.

Segundo o portal sul africano Carmag, a marca investiu cerca de 4 bilhões de rands, valor próximo dos R$ 1,26 bilhão em cotação atual, para produzir o modelo localmente até o ano de 2027. A ideia é que, por lá, o Tera – ou qualquer que seja o nome que o modelo adote – tenha o mesmo posicionamento que a versão brasileira, ou seja, acima do hatchback Polo e abaixo do SUV cupê Nivus (chamado de Taigo por lá). 

Com o novo nome, a ideia da Volkswagen é que o modelo tenha mais identidade na região, dando inclusive quatro opções diferentes para que os consumidores escolham via votação online: Tengo, Tavi, Tiva e Tion. Cada nome foi escolhido por seu significado cultural ou linguístico.

Por lá, ele deverá concorrer com modelos como a nova geração do Renault Captur, que tem desenho similar ao seu homônimo europeu, Kia Seltos, Toyota CH-R e Chery Tiggo 4 (chamado de 5x no Brasil). Como a ideia é que o modelo seja mais barato que o Taigo, não espere motorizações diferentes das disponíveis por aqui.

É possível até mesmo que o Tera sul africano adote somente o motor 1.0 TSI, que por lá tem calibrações diferentes a depender da versão e modelo que o equipa. No Polo, a potência varia de 95 cavalos na versão Life e chega aos 115 cv na R-Line.

O Polo sul africano, vale lembrar, conta ainda com versão GTI equipada com o 2.0 TSI presente aqui no Tiguan R-Line. Desde setembro de 2024 toda a produção do hatchback para o continente europeu passou a ser feita no país, deixando em alerta sobre qual será seu destino após a chegada do Tera. 



Ideia é que Tera conviva com Polo e Nivus, assim como no Brasil

Foto de: Motor1.com

Por aqui, como se sabe, a Volkswagen decidiu tirar algumas opções do portfólio do hatch na linha 2026, focando suas atenções nas versões mais baratas Robust e Track, com visual antigo e motor 1.0 MPI, e nas mais equipadas Sense e Highline com motor 1.0 TSI 170. O espaço permitiu que a VW pudesse encaixar melhor seu novo SUV dentro do portfólio sem que houvesse canibalização entre eles.

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