O desaparecimento do motorista de aplicativo Jhonni Roberto de Jesus, de 33 anos, tem mobilizado familiares e autoridades e ganhou repercussão regional após um detalhe que chama atenção: o veículo utilizado por ele foi encontrado em Uberlândia, a cerca de 300 quilômetros do destino final da corrida.
Segundo informações divulgadas por portais de notícias e repercutidas na região, Jhonni saiu no dia 9 de abril de Campinas após aceitar uma corrida com destino a Ribeirão Preto. No entanto, ele não chegou ao local previsto e, desde então, não foi mais visto.
O caso ganhou novos contornos quando o carro do motorista foi localizado dias depois em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O veículo estava abandonado e, conforme as primeiras informações, foi encontrado com a chave na ignição, o que levanta suspeitas sobre uma possível ação criminosa.
A distância entre o destino original da corrida e o local onde o carro foi encontrado reforça o mistério. A mudança de rota, sem explicação aparente, é um dos principais pontos investigados pelas autoridades. Até o momento, não há confirmação sobre quem seria o passageiro que solicitou a corrida.
Familiares de Jhonni relatam angústia e cobram respostas. Eles afirmam que o motorista não tinha histórico de desaparecimento e que mantinha contato frequente, o que torna o sumiço ainda mais preocupante.
As investigações seguem sob responsabilidade das polícias civis dos estados de São Paulo e Minas Gerais, que atuam de forma integrada para tentar esclarecer o caso. A principal linha de apuração considera a possibilidade de crime, incluindo roubo ou sequestro, mas nenhuma hipótese foi oficialmente descartada até o momento.
O caso acende um alerta sobre os riscos enfrentados por motoristas de aplicativo, especialmente em corridas intermunicipais ou de longa distância, onde muitas vezes não há informações detalhadas sobre os passageiros.
Até a última atualização, Jhonni Roberto de Jesus segue desaparecido, e qualquer informação que possa ajudar a localizá-lo pode ser repassada às autoridades por meio dos canais oficiais de segurança.
A Polícia reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e destaca a importância da colaboração da população para o avanço das investigações.