O PT decidiu lançar uma candidatura própria ao governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. A decisão foi confirmada pelo presidente Lula durante uma reunião com lideranças do partido no Palácio da Alvorada, encerrando as especulações sobre uma possível aliança com o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, do PSB.
A presidenta estadual do PT, deputada Leninha, destacou que a escolha do candidato será feita em diálogo com a direção partidária e aliados nos próximos dias. Essa estratégia visa fortalecer a presença do partido em Minas, um estado considerado crucial para as eleições presidenciais.
Importância de Minas Gerais nas Eleições
Minas Gerais é visto como um colégio eleitoral estratégico, e o PT busca construir um palanque forte para apoiar sua candidatura presidencial. O partido acredita que uma candidatura competitiva no estado pode influenciar significativamente os resultados nas urnas.
A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, é a favorita para representar o PT, mas ela ainda hesita em mudar seus planos, já que se posicionou como pré-candidata ao Senado. Segundo informações, Marília considera essa disputa mais vantajosa em termos eleitorais.
Para convencê-la a disputar o governo, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, foi encarregado de dialogar com a ex-prefeita nos próximos dias. O partido, no entanto, também está avaliando outras opções para a candidatura.
Entre os nomes em consideração estão a ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart, e as deputadas Beatriz Cerqueira e o deputado federal Rogério Correia, além do deputado Reginaldo Lopes. A definição do candidato será feita em um contexto desafiador para o PT.
Recentemente, uma pesquisa da Real Time Big Data mostrou o senador Cleitinho, do Republicanos, liderando as intenções de voto em todos os cenários de primeiro turno, com índices que variam entre 35% e 41%. Essa realidade impõe um desafio adicional para o PT na escolha de seu candidato.











