O governo de Lula (PT) anunciou, nesta terça-feira, 30 de junho, o Plano Safra 2026/27, que destina R$ 525,1 bilhões à agricultura empresarial. Este montante representa um aumento de R$ 9 bilhões em relação à safra anterior, refletindo um esforço para fortalecer o setor agrícola no Brasil.
A nova proposta inclui diversas linhas de crédito e incentivos, focando em médios e grandes produtores. O objetivo é garantir que esses agricultores tenham acesso a recursos financeiros para impulsionar suas atividades e aumentar a produtividade.
Distribuição dos Recursos
Do total de R$ 525,1 bilhões, aproximadamente R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e à comercialização. Esses recursos são fundamentais para a aquisição de insumos, manutenção das lavouras e comercialização da produção agrícola.
Além disso, R$ 140,2 bilhões serão aplicados em investimentos, que incluem a modernização produtiva, ampliação da capacidade de armazenagem e renovação de máquinas. Essas ações visam não apenas aumentar a eficiência, mas também a competitividade do setor agrícola brasileiro.
Um dos destaques do plano é o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que receberá R$ 72,6 bilhões. Este programa oferece uma taxa máxima de juros de 9% ao ano, facilitando o acesso ao crédito para médios produtores.
Na comparação com o Plano Safra 2025/26, que tinha um total de R$ 516,2 bilhões, a nova proposta mostra um avanço significativo. Na safra anterior, R$ 414,7 bilhões eram destinados ao custeio e comercialização, enquanto R$ 101,5 bilhões eram voltados para investimentos.
Essas medidas têm um impacto direto na economia rural e na segurança alimentar do país. Com mais recursos disponíveis, espera-se que os produtores consigam melhorar suas operações e, consequentemente, a oferta de alimentos no mercado.











