A Sony provocou uma onda de insatisfação entre os gamers ao anunciar que deixará de produzir discos para novos jogos do PlayStation a partir de 2028. A decisão, que marca uma transição completa para o formato digital, gerou reações intensas nas redes sociais, com muitos jogadores expressando seu descontentamento.
PlayStation sem discos: revolta geral
A mudança visa consolidar a estratégia digital da empresa, que começou com o lançamento da versão digital do PS5. Além do fim das mídias físicas, a Sony também confirmou o fechamento das lojas virtuais do PlayStation 3 e do PS Vita entre 2026 e 2027, aumentando a preocupação da comunidade gamer.
Os jogadores reagiram rapidamente, afirmando que essa medida elimina o “senso de propriedade” dos jogos e prejudica a preservação da história dos videogames. Influenciadores e páginas dedicadas ao universo dos games alertaram que a Sony pode perder uma parte significativa de sua base de clientes fiéis, que não veem mais motivos para permanecer na plataforma.
Monopólio digital
As críticas se concentram no impacto que o monopólio digital terá sobre os consumidores. Sem a concorrência das lojas físicas e do mercado de jogos usados, os jogadores ficarão totalmente dependentes dos preços da PlayStation Store, o que pode limitar suas opções.
Analistas de mercado sugerem que a data de 2028 pode coincidir com o lançamento do PlayStation 6, que provavelmente será um console totalmente digital. Essa mudança pode indicar uma nova era para a marca, mas também levanta preocupações sobre os altos custos associados a um novo dispositivo.
Rumores indicam que o PlayStation 6 poderá ter um preço superior a US$ 1.000, o que intensifica o descontentamento entre os fãs. A combinação de um console mais caro e a eliminação dos jogos em disco gera um clima de pessimismo nas redes sociais.
Enquanto plataformas rivais, como o ecossistema de PC, já operam no modelo digital há anos, o mercado de consoles sempre teve a mídia física como um de seus pilares. A falta de um bom trabalho de preservação por parte das empresas pode complicar ainda mais a situação no futuro.











