A defesa de Jair Bolsonaro apresentou um novo pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (3) para que o ex-presidente continue em prisão domiciliar.
Os advogados argumentam que não houve falta disciplinar grave relacionada à apreensão de uma arma com um de seus seguranças. Eles citam a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal, que não indiciou Bolsonaro, afirmando que a arma estava legalizada e que não houve crime cometido.
Condições de Saúde e Argumentos da Defesa
A defesa também destacou as condições de saúde do ex-presidente como um fator relevante para a manutenção da prisão domiciliar. Eles mencionaram que Bolsonaro se recupera de uma pneumonia bacteriana, o que reforça a necessidade de cuidados especiais.
Os advogados afirmaram que os elementos apresentados corroboram a argumentação anterior sobre a inexistência de falta grave e a regularidade do registro da arma. Eles pedem que o STF reconheça essas condições e mantenha a prisão domiciliar.
No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por sua participação em uma trama golpista. Após uma cirurgia, ele recebeu autorização para cumprir pena em prisão domiciliar temporária por 90 dias.
O prazo para essa prisão domiciliar começou em 27 de março e se encerrou em 25 de maio.
A decisão sobre a renovação da prisão domiciliar ou o retorno de Bolsonaro ao presídio da Papudinha, em Brasília, ficará a cargo do ministro Alexandre de Moraes. A expectativa é que uma decisão seja tomada em breve, considerando os argumentos apresentados pela defesa.











