Uberlandia, MG Sex, 02 de outubro
20° Máx. 26° · Mín. 20° Garoa
Previsão para Uberlândia Hoje: garoa
Amanhã, 03/10 28° 20° 92% chuva
dom, 04/10 29° 20° 87% chuva
seg, 05/10 27° 20° 73% chuva
ter, 06/10 27° 20° 68% chuva
qua, 07/10 29° 19° 66% chuva
qui, 08/10 30° 20° 40% chuva
sex, 09/10 30° 22° 31% chuva
Dados meteorológicos fornecidos por Open-Meteo.
PF investiga ex-prefeito de Belford Roxo e ex-chefe da Polícia Civil
Imagem: Reprodução
Brasil

PF investiga ex-prefeito de Belford Roxo e ex-chefe da Polícia Civil

Compartilhar Facebook X WhatsApp Telegram

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, 7 de julho de 2026, a sexta fase da Operação Unha e Carne. A ação investiga uma organização criminosa suspeita de lavar dinheiro através de uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com movimentações que somam cerca de 7,6 bilhões de reais nos últimos seis anos, segundo relatório do Coaf.

Entre os alvos da operação estão o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Márcio Canella, e o ex-secretário de Polícia Civil do Rio, Marcus Amim. Também é investigado o ex-policial militar Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura, que já foi identificado como membro de milícias na Baixada Fluminense.

Desdobramentos da Operação

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em diversas localidades, incluindo a capital fluminense e os municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende. Além das buscas, a Justiça autorizou o sequestro de bens e a suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados.

A investigação revela que empresas do setor de combustíveis podem ter sido utilizadas para ocultar recursos de origem ilícita, com a participação de agentes públicos. Os envolvidos poderão ser responsabilizados por crimes como organização criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros que possam surgir durante as apurações.

A Operação Unha e Carne faz parte da Força-Tarefa Missão Redentor II, estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADPF 635, que visa investigar vínculos entre agentes públicos e organizações criminosas no estado do Rio de Janeiro.

Iniciada em dezembro de 2025, a operação começou a investigar o vazamento de informações sigilosas relacionadas ao Comando Vermelho. Com o tempo, o foco se ampliou para uma suposta rede de proteção institucional ao crime organizado, envolvendo agentes públicos e empresários.

Fases anteriores da operação já haviam atingido figuras proeminentes da política fluminense, como o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, e o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto. A continuidade das investigações aponta para um esquema complexo de lavagem de dinheiro que pode envolver diversos setores da sociedade.

0 votos: 0 positivos, 0 negativos (0 pontos)

Deixe uma resposta
Miramontes 350×700
Notíciasletter
Receba nossas noticias
Um resumo direto no seu e-mail.
Sign In/Sign Up Pesquisar
Loading

Signing-in 3 seconds...

Signing-up 3 seconds...