A partir de 1º de agosto de 2026, os motoristas que utilizam o Sistema Anchieta-Imigrantes passarão a contar com um novo modelo de pedágio, conhecido como free flow. Essa mudança promete revolucionar a experiência de tráfego, eliminando a necessidade de paradas nas cabines de cobrança e tornando o processo mais ágil e eficiente.
Com a implementação do sistema, a tarifa de R$ 40,60, que atualmente é cobrada apenas na descida da serra, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30, uma para cada sentido da viagem. Essa alteração visa não apenas melhorar a fluidez do tráfego, mas também reduzir os pontos de retenção que costumam causar congestionamentos.
Funcionamento do novo sistema de cobrança
Os novos pórticos de cobrança foram instalados em pontos estratégicos, como no quilômetro 33 da Via Anchieta e no quilômetro 29 da Rodovia dos Imigrantes. Esses equipamentos são capazes de identificar automaticamente os veículos, permitindo que a passagem ocorra sem interrupções, o que é um grande avanço para a mobilidade nas rodovias.
Para os motoristas que não possuem tag eletrônica, a cobrança deverá ser realizada por meios digitais ou em totens de autoatendimento, com um prazo para quitação das tarifas. Essa mudança é significativa, pois amplia as opções de pagamento e facilita a regularização de débitos.
A nova estrutura também traz benefícios para os caminhoneiros, que frequentemente retornam sem carga. Com a cobrança separada por sentido, esses motoristas poderão pagar menos na viagem de volta, o que pode resultar em economia significativa ao longo do tempo.
Além da agilidade na cobrança, os pórticos do free flow estarão integrados ao programa estadual Muralha Paulista, que compartilhará informações em tempo real com a Polícia Militar Rodoviária. Isso aumenta a segurança nas estradas, já que os equipamentos conseguem identificar dados como placa, categoria do veículo e peso com uma precisão de 99,99%.
Embora o sistema de free flow comece a operar em agosto, as praças de pedágio ainda permanecerão abertas temporariamente. A remoção dessas estruturas ocorrerá gradualmente, dependendo da implementação de um novo modelo de operação, que está previsto para ser testado no segundo semestre deste ano.











