A vitória da Espanha sobre a Argentina, por 1 a 0, na prorrogação, neste domingo (19), marcou o fim de uma Copa do Mundo que se destacou por vários recordes. Realizada pela primeira vez com 48 seleções e 104 partidas, o Mundial de 2026 quebrou marcas em público, gols e desempenho individual, tornando-se uma das edições mais memoráveis do torneio.
O campeonato registrou 308 gols, o maior número já alcançado em uma Copa do Mundo. Além disso, mais de 6,5 milhões de torcedores compareceram aos estádios nos Estados Unidos, México e Canadá, estabelecendo um novo recorde de público.
Kylian Mbappé foi o grande destaque da competição, marcando 10 gols e conquistando a Chuteira de Ouro. Com isso, ele alcançou 22 gols em Copas do Mundo, tornando-se o maior artilheiro da história da competição masculina.
A edição também foi histórica para Cristiano Ronaldo, que se tornou o primeiro jogador a marcar gols em seis Copas do Mundo, além de ser um dos mais velhos a balançar as redes em um Mundial. Lionel Messi, mesmo após a derrota na final, ampliou sua coleção de recordes, tornando-se o jogador com mais vitórias em Copas e o segundo maior artilheiro da história do torneio.
A seleção espanhola dominou as premiações individuais, com Rodri sendo eleito o melhor jogador da Copa e Unai Simón recebendo a Luva de Ouro. A competição também quebrou recordes coletivos, incluindo o maior número de gols e partidas na história do torneio. Com a eliminação do Brasil nas oitavas de final, a seleção acumula agora 28 anos sem conquistar um título mundial, o maior intervalo da história entre duas conquistas.











