A NBA não encontrou evidências de que Steve Ballmer, proprietário do Los Angeles Clippers, tenha violado as regras do teto salarial da liga para beneficiar Kawhi Leonard por meio de contratos de patrocínio, segundo reportagem da ESPN publicada nesta segunda-feira.
De acordo com a publicação, a investigação analisou possíveis acordos financeiros entre empresas parceiras dos Clippers e Leonard, que, na época, defendia o Toronto Raptors. A apuração teria durado cerca de 11 meses e ultrapassado a análise da Aspiration, companhia inicialmente relacionada ao caso.
Ao menos outras três empresas apresentadas pelos Clippers ao jogador também foram incluídas nas investigações. Ainda segundo a ESPN, não foram encontradas provas de que Ballmer tenha usado essas companhias para repassar indiretamente recursos a Leonard.
A reportagem informou que um relatório sobre a investigação foi entregue no fim de julho e que as partes mantinham conversas em busca de uma solução para o caso.
A NBA, no entanto, contestou a publicação. Em comunicado, o porta-voz da liga, Mike Bass, afirmou que a matéria contém diversas imprecisões relevantes e destacou que a investigação ainda não foi concluída. Segundo ele, as conclusões oficiais só poderão ser conhecidas após o encerramento da apuração.
O caso começou depois que a Aspiration, empresa que posteriormente entrou em processo de falência, fechou um acordo de patrocínio com os Clippers. Na sequência, Leonard assinou um contrato de patrocínio com a companhia, vínculo que permaneceu ativo até 2022.











