O Brasil encerrou o primeiro dia do Parapan-Pacífico de natação com quatro medalhas: dois ouros e duas pratas. Os resultados foram obtidos nesta sexta-feira (28), em Walnut, nos Estados Unidos.
A competição é disputada no formato multiclasses, reunindo atletas de diferentes classes na mesma série. A classificação para as finais e a definição das medalhas consideram o Índice Técnico da Competição (ITC), que leva em conta o tempo e a classe de cada nadador.
O torneio será realizado até domingo (30). Disputado desde 2011, o Parapan-Pacífico é aberto a nadadores de países de fora da Europa. Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão criaram o evento para oferecer competições de alto rendimento em anos sem Mundial ou Jogos Paralímpicos.
O Brasil participa com uma equipe de 16 nadadores. Todos foram medalhistas em provas individuais no último Mundial da modalidade, realizado em Singapura, em 2025.
Recorde e dobradinha
A fluminense Lídia Cruz venceu os 150 metros medley da classe S4, destinada a atletas com limitação físico-motora, e estabeleceu novo recorde das Américas, com o tempo de 2min56s31. Nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, ela havia conquistado o bronze, com 2min57s16.
Na mesma prova, a mineira Patrícia Pereira ficou com a prata, ao marcar 2min57s33.
Outras medalhas
Nos 200 metros livre, nas classes S2-S5 e S14, o paulista Gabriel Bandeira foi o mais rápido, com 1min53s21, e conquistou a medalha de ouro.
Já nos 50 metros borboleta, nas classes S5-S7, o paulista Samuel Oliveira ganhou a prata, com o tempo de 33s68 e 949 pontos.











