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Sudeste reúne 62,5% dos empregos formais de TIC no Brasil; Triângulo Mineiro está entre po…
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial para esta matéria.
Inteligência Artificial

Sudeste reúne 62,5% dos empregos formais de TIC no Brasil; Triângulo Mineiro está entre po…

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O Sudeste concentra 62,5% dos empregos formais em ocupações de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no Brasil, segundo o Relatório de Regionalização dos Empregos CLT de TIC, elaborado pela Brasscom com dados consolidados até dezembro de 2025.

A região reúne 588.943 dos 942.879 vínculos formais registrados no país. Também apresenta a maior remuneração média do setor: R$ 6.802, valor 15,5% superior à média nacional de TIC.

São Paulo lidera o ranking, com 420.996 empregos formais, equivalentes a 44,7% do total nacional, e salário médio de R$ 7.321. A capital concentra 54% dos postos do estado. Barueri, Campinas, Osasco e Jaguariúna também se destacam na atividade tecnológica. Em 2024, São Paulo registrou mais de 42,6 mil formados em cursos superiores de TIC.

Minas Gerais aparece na segunda posição, com 83.854 empregos e remuneração média de R$ 4.955. Belo Horizonte, o Triângulo Mineiro e o Vale da Eletrônica, no sul do estado, estão entre os principais polos tecnológicos.

O Rio de Janeiro ocupa o terceiro lugar, com 71.277 postos e salário médio de R$ 6.153, a segunda maior remuneração estadual do país. Niterói, Teresópolis e Petrópolis também integram o ecossistema tecnológico fluminense.

O Espírito Santo registra 12.816 empregos e remuneração média de R$ 4.929.

“O Sudeste combina alta densidade empresarial, presença de grandes multinacionais, parques tecnológicos e um volume expressivo de centros de ensino superior. Esses fatores contribuem para a concentração de empregos formais, a liderança salarial e a atração de projetos de maior complexidade, relacionados a áreas como inteligência artificial, computação em nuvem e desenvolvimento de sistemas”, afirma Roberta Piozzi, diretora de Parcerias e Projetos em Educação da Brasscom.

O levantamento considera exclusivamente empregos CLT em ocupações típicas de TIC, como analistas e desenvolvedores de sistemas, programadores, técnicos de redes, especialistas em infraestrutura e cientistas de dados. Por isso, os números não representam todos os trabalhadores empregados por empresas de tecnologia, que também incluem funções administrativas, comerciais, jurídicas e outras áreas de apoio.

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