Deborah Secco se manifestou nesta quinta-feira (15) sobre comentários feitos por Daniel Vorcaro e Frederic Kachar, ex-executivo do Grupo Globo demitido após a divulgação de conversas privadas com o banqueiro.
Em nota enviada à coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, a atriz classificou as falas sobre ela e outras artistas como “machistas, desrespeitosas e irresponsáveis”. Deborah também negou ter conhecido Vorcaro pessoalmente.
A equipe da atriz afirmou que a relação com Kachar sempre foi estritamente profissional, limitada a encontros de trabalho. “É inadmissível expor a imagem e a reputação de uma mulher com base em uma narrativa que não corresponde à sua realidade”, declarou a assessoria, que criticou o uso das mensagens para alimentar especulações sobre a vida das artistas.
As conversas entre Kachar e Vorcaro fazem referência ao Baile da Vogue de 2024, que teve como tema “Galáctika”. Na ocasião, Deborah compareceu caracterizada como uma extraterrestre, com o corpo pintado de verde, maquiagem que simulava uma cabeça alienígena, minissaia branca e um carrinho de bebê com um boneco de ET recém-nascido.
Durante a troca de mensagens, Kachar afirmou que Deborah Secco e Sabrina Sato estavam “para jogo”. Vorcaro criticou a fantasia escolhida pela atriz, classificando-a como “muito feia”. O então executivo comentou que estava concentrado no corpo da artista e concordou que o figurino era “broxante”.
A assessoria de Deborah também contestou publicações que sugeriam que ela e outras famosas estariam em uma festa com os dois homens. Segundo a equipe, as artistas estavam no Baile da Vogue a trabalho, e Vorcaro não estava presente no evento.
Sabrina Sato também repudiou o teor das conversas. Por meio de sua equipe, a apresentadora esclareceu que ela e Deborah participavam do evento em compromissos profissionais.
A repercussão das mensagens ocorreu no mesmo dia em que o Grupo Globo anunciou a demissão de Frederic Kachar, que comandava as operações de mídia impressa e rádio do conglomerado. Em comunicado, a empresa afirmou que o conteúdo dos diálogos revelou uma “relação inadequada do executivo com um anunciante”.











