O colunista James Akel elogiou a atuação da jornalista Renata Lo Prete na sabatina com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizada nesta semana. Segundo ele, ela fez perguntas eficientes e jornalisticamente contundentes sem recorrer a encenações ou expressões exageradas.
Akel afirma que conheceu Renata em 2003, quando ela escrevia a coluna de política da Folha. Na época, descreve a jornalista como tímida, mas muito comprometida com o jornalismo. Ele também relata que, durante um almoço, disse a ela que seria a maior jornalista política do país — previsão que, segundo o colunista, se confirmou após a revelação do mensalão nas páginas do jornal.
De acordo com Akel, a Globo reconheceu o trabalho de Renata e a levou ao Jornal da Globo, onde ela se tornou uma das principais comunicadoras da emissora.
O colunista também destacou a postura profissional da jornalista desde o período em que ela atuava na imprensa escrita. Para ele, Renata evitava apresentar opiniões próprias nos textos e dava espaço para que outras pessoas expressassem suas posições.
Akel comparou esse comportamento ao da jornalista Mônica Bergamo, também da Folha. Embora o público possa conhecer as opiniões pessoais das duas, ele considera que ambas mantêm uma postura de jornalismo sério e não panfletário, capaz de pressionar políticos e publicar, por meio das falas de entrevistados, informações de interesse jornalístico.
“Isto é jornalismo”, escreveu Akel, ao concluir que Renata Lo Prete é, inclusive por estar na Globo, a maior entre as jornalistas mencionadas.











