Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que 59% das pessoas mantêm algum segredo relacionado a dinheiro que pode afetar diretamente os relacionamentos. Entre os exemplos estão dívidas, contas bancárias não informadas e problemas no histórico de crédito.
Segundo o levantamento, 21% dos entrevistados escondem uma pontuação de crédito ruim, enquanto 16% ocultam dívidas de cartão de crédito e 11% mantêm contas bancárias em segredo. A falta de transparência pode prejudicar a confiança e influenciar decisões importantes na vida a dois.
O estudo também mostrou que 72% consideram a estabilidade financeira um fator essencial em um parceiro. Para 46%, hábitos de consumo ou o endividamento podem impedir o avanço de um namoro.
Realizada pela Talker Research entre 29 de junho e 13 de julho de 2026, a pesquisa foi feita on-line com 2 mil pessoas. Participaram 500 integrantes da população geral dos Estados Unidos e 250 moradores de cada uma das cidades analisadas: Nova York, Boston, Miami, Filadélfia, Charlotte e Washington, D.C.
A omissão de compras e de decisões financeiras foi citada por 30% dos participantes em relação a cônjuges ou familiares. Entre outros segredos mencionados estão hábitos de jogo, apontados por 14%, empréstimos estudantis não pagos, citados por 9%, além de pensão alimentícia e falência.
De acordo com o levantamento, apenas 6% não levam em consideração a situação financeira do parceiro ao decidir continuar um relacionamento. Mais da metade dos entrevistados também afirmou que considera fazer um acordo pré-nupcial antes de oficializar a união.
O momento de juntar o dinheiro também divide opiniões. Para 30%, o casamento é a ocasião adequada para unir totalmente os recursos. Outros 13% preferem fazer isso depois de começar a morar juntos, enquanto 12% defendem a união das finanças ainda durante um namoro sério. Já 13% acreditam que as contas devem permanecer totalmente separadas.
A pesquisa indicou ainda que 67% das pessoas já receberam ajuda financeira de familiares ou parceiros para pagar despesas do dia a dia, emergências ou moradia. Por outro lado, 71% disseram que também já ofereceram apoio financeiro a pessoas próximas.











