O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresenta uma vantagem significativa entre os eleitores do Ceará na corrida pela reeleição, conforme aponta uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 20 de maio, pelo instituto Real Time Big Data. O levantamento revela que 60% dos cearenses preferem Lula em uma simulação de primeiro turno, enquanto seu adversário mais próximo, Flávio Bolsonaro (PL), alcança apenas 21% das intenções de voto.
No cenário do segundo turno, a diferença entre os candidatos diminui, mas ainda é expressiva. Lula mantém 63% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 27%. Esses números refletem um panorama eleitoral que pode impactar diretamente a dinâmica política no estado e no país.
Aprovação do governo Lula
Além da vantagem nas intenções de voto, a pesquisa também revela que 66% dos cearenses aprovam o trabalho do presidente Lula. Essa aprovação é um indicativo importante, pois demonstra uma base sólida de apoio que pode influenciar a campanha eleitoral e a mobilização de eleitores.
Entre os entrevistados, 43% consideram o governo Lula como “ótimo” ou “bom”, enquanto 28% o avaliam como “regular” e outros 28% o veem como “ruim” ou “péssimo”. Esses dados mostram uma divisão nas percepções sobre a administração atual, mas a aprovação majoritária pode ser um trunfo para o petista.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 19 de maio e ouviu 1.600 eleitores cearenses. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o que confere uma certa confiabilidade aos resultados apresentados. O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-01744/2026.
Com a proximidade das eleições, os desdobramentos dessa pesquisa podem influenciar não apenas a estratégia dos candidatos, mas também o engajamento dos eleitores. A diferença nas intenções de voto pode ser um fator decisivo nas próximas semanas, à medida que as campanhas se intensificam.
O cenário político no Ceará, portanto, se mostra favorável a Lula, mas a competição com Flávio Bolsonaro e outros candidatos ainda está longe de ser decidida. A mobilização dos eleitores e a resposta às propostas apresentadas nas campanhas serão cruciais para o resultado final nas urnas.











