A colheita de feijão da segunda safra no Rio Grande do Sul avança de forma promissora, alcançando 37% da área cultivada. Segundo informações da Emater/RS-Ascar, as lavouras estão se desenvolvendo bem, mantendo o potencial produtivo esperado para esta temporada.
As condições climáticas têm sido favoráveis, com temperaturas elevadas, boa disponibilidade de água no solo e níveis adequados de radiação solar. Esses fatores têm contribuído para o crescimento uniforme das plantas, essencial para uma colheita satisfatória.
Desempenho das lavouras e riscos fitossanitários
A maior parte das lavouras de feijão já se encontra em estágios avançados do ciclo produtivo, como floração e maturação. Embora o cenário seja positivo, a Emater/RS-Ascar alerta para a umidade relativa do ar, que pode aumentar o risco de doenças fúngicas nas áreas em fase de enchimento e maturação dos grãos.
Apesar desse alerta, as condições fitossanitárias são consideradas satisfatórias na maioria das regiões monitoradas. Isso é um alívio para os produtores, que podem esperar uma colheita sem grandes perdas devido a pragas e doenças.
A estimativa para a área cultivada nesta safra é de 11.690 hectares, com uma produtividade média projetada em 1.401 kg por hectare. Os resultados até agora estão alinhados com as projeções iniciais, o que é encorajador para o setor agrícola.
As regiões de Ijuí, Santa Maria e Soledade apresentam ritmos distintos na colheita. Em Ijuí, 12% da área já foi colhida, enquanto em Santa Maria, cerca de 80% já está finalizada, com lavouras remanescentes em boa fase de maturação.
No geral, o desempenho do feijão no Rio Grande do Sul é considerado positivo, com boas expectativas para a safra. A continuidade das condições climáticas favoráveis e o monitoramento constante das lavouras serão cruciais para garantir resultados satisfatórios até o final da colheita.











