Homenageado no Hall da Fama Internacional do Vôlei (IVHF) no último sábado, Alison Cerutti se emocionou ao recordar os quase 25 anos de trajetória no esporte. Campeão olímpico nos Jogos Rio-2016, o capixaba afirmou que ainda tem dificuldade para dimensionar o significado do reconhecimento.
Conhecido como Mamute, Alison discursou durante a cerimônia e destacou um conselho recebido do pai ainda na infância. Segundo o ex-atleta, a orientação foi determinante para sua carreira no vôlei de praia.
“Quando eu ainda era menino, meu pai me deu um conselho: ‘Alison, não importa o que vai fazer na sua vida, faça sempre o seu melhor’. E foi isso que eu levei pra vida. Eu fiz o meu melhor”, afirmou, emocionado.
Alison também ressaltou o orgulho por passar a integrar um grupo formado por algumas das principais referências da história da modalidade.
“É motivo de muito orgulho estar aqui e pensar que, a partir de hoje, estarei junto de tantos grandes nomes, de tantos brasileiros, que brilharam nas areias e nas quadras. É difícil entender o tamanho de tudo isso. Daqui, penso o tamanho da minha caminhada, lembro de tudo que vivi, de tudo que passei e de quanto precisei batalhar para alcançar meus sonhos, os meus objetivos”, completou.
Trajetória vitoriosa
Além do ouro olímpico no Rio-2016, Alison conquistou a medalha de prata nos Jogos de Londres-2012. Ao longo da carreira, também acumulou títulos no Circuito Mundial e ajudou a consolidar o Brasil entre as principais potências do vôlei de praia.
Durante a cerimônia do IVHF, o atleta recebeu um anel e um quadro comemorativo. Também foram homenageados Fabi Alvim, bicampeã olímpica, e Ary Graça, ex-presidente da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Com a homenagem, Alison passou a integrar o Hall da Fama do vôlei ao lado de outros nomes brasileiros da modalidade, como Jackie Silva, Ricardo, Emanuel, Giba, Giovane, José Roberto Guimarães e Bernardinho.











