Cerca de 190 alunos da Escola Classe (EC) 209 Sul tiveram a oportunidade de visitar a exposição “Constelações Contemporâneas” no Teatro Nacional Claudio Santoro. O evento, realizado em 19 de junho, foi uma iniciativa do Metrópoles Arte, com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, e buscou aproximar as crianças da produção artística local.
Divididos em dois turnos, os estudantes, com idades entre 8 e 12 anos, puderam explorar gratuitamente as obras de artistas do Distrito Federal. Essa experiência cultural foi uma forma de quebrar a rotina do ensino integral e oferecer uma nova perspectiva sobre a arte.
Importância da Acesso à Cultura
A visita à exposição é um passo importante para democratizar o acesso à cultura, especialmente para alunos que residem em áreas distantes do Plano Piloto. Muitos deles enfrentam longos trajetos diários para chegar à escola, e essa atividade representa um contato direto com um dos principais ícones culturais da capital.
Segundo a coordenação pedagógica da escola, experiências externas como essa são essenciais para estimular a sensibilidade estética e a cidadania dos alunos. A vivência fora da sala de aula amplia o aprendizado e enriquece a formação dos estudantes.
Formação Além dos Muros da Escola
A coordenadora Ana Cecília Ometto ressalta que atividades práticas como essa ajudam a moldar a bagagem de vida dos alunos. “A escola deve extrapolar seus muros e trazer experiências diferentes para as crianças”, afirma, destacando a importância de conectar os jovens com a cultura local.
Para muitos alunos, como a estudante Heloísa Rodrigues, a visita foi marcada por encantamento e novas perspectivas. “Ver o trabalho de artistas do DF me inspira a ser uma artista também”, compartilha a jovem, que sonha em seguir carreira na arte.
O impacto dessas atividades se reflete no cotidiano escolar. O psicólogo da escola, Pedro Veiga, acredita que o contato com a cultura funciona como um combustível para o aprendizado. “Sair da sala de aula agrega conhecimento e deixa os alunos mais animados”, conclui, enfatizando a importância de experiências que vão além do conteúdo programático.











