A recente discussão sobre o uso de antimicrobianos na produção animal tem gerado incertezas entre os produtores rurais e outros profissionais do setor. A Phibro Saúde Animal esclareceu que, até o momento, não há proibição de moléculas como monensina e virginiamicina no Brasil, apesar das preocupações levantadas por entidades do setor.
As discussões em torno da regulamentação estão ligadas principalmente às exigências de mercados internacionais, como a União Europeia e o Reino Unido. A legislação europeia não proíbe automaticamente essas moléculas, mas foca na finalidade de uso, especialmente quando se trata de promotores de crescimento.
Impacto nas práticas de produção
A Phibro enfatiza que a legislação atual permite a utilização das moléculas conforme os registros vigentes. Isso significa que os produtores podem continuar a usar esses produtos, desde que respeitadas as indicações aprovadas pelos órgãos reguladores.
Além disso, a empresa alerta que a simples utilização dessas moléculas não inviabiliza a comercialização de animais ou produtos. A avaliação regulatória considera a finalidade do uso e as indicações aprovadas, o que é crucial para a saúde e bem-estar animal.
No caso da virginiamicina, há um processo de transição regulatória em andamento. O MAPA estabeleceu a descontinuação do uso da molécula como melhorador de desempenho, mas está avaliando sua utilização terapêutica, o que pode ser uma alternativa importante para a saúde animal.
A Phibro reafirma seu compromisso em manter os produtores informados sobre as evoluções regulatórias. A empresa busca fornecer informações baseadas em ciência, ajudando os profissionais do setor a tomar decisões mais seguras e adequadas às exigências do mercado.











