

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com elevação em seus preços no encerramento da semana.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa ainda é pela continuidade deste movimento no curtíssimo prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate que seguem encurtadas (entre cinco e sete dias úteis na média nacional).
“A oferta de animais terminados ainda pode ser descrita como anêmica, levando a este cenário de uma composição mais difícil das escalas de abate. A demanda permanece aquecida, em especial a de exportações, contando com boa participação da China e dos Estados Unidos na aquisição de carne bovina brasileira”, disse.
O mercado atacadista se depara com firmeza em seus preços durante esta sexta-feira (20). De acordo com Iglesias, para a última semana de fevereiro a expectativa é que esses preços não encontrem suporte, considerando a reposição mais lenta em um momento de fraco consumo.
“Vale ressaltar que a carne bovina ainda perde competitividade em relação às proteínas concorrentes, em especial no comparativo com a carne de frango”, ponderou.
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,99%, sendo negociado a R$ 5,1754 para venda e a R$ 5,1734 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1734 e a máxima de R$ 5,2229. Na semana, a desvalorização foi de 1,03%.
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