Na reta final antes do primeiro turno das eleições de 2026, os candidatos à Presidência cumpriram agendas de campanha em diferentes cidades nesta sexta-feira (2), com caminhadas, comícios, entrevistas e atos políticos.
Rui Costa Pimenta (PCO) participou de um evento de encerramento de campanha em São Paulo.
Samara Martins (UP) participou de comício e caminhada no Recife.
Wilson Grassi (Democrata) concedeu entrevista à Sputnik Brasil.
Augusto Cury (Avante) esteve em Brasília, onde realizou um ato contra a interferência nas eleições, na Praça dos Três Poderes, e criticou decisões judiciais. O candidato afirmou que, se eleito, fará um pacto com os poderes Legislativo e Judiciário. “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, disse.
Clariana Barão (DC) não teve agenda pública de campanha.
Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevista a uma emissora de rádio de Cidade de Goiás (GO) e a um canal no YouTube.
Flávio Bolsonaro (PL) participou de um ato de campanha em Montes Claros (MG), na noite de sexta-feira, ao lado do candidato a deputado federal Nikolas Ferreira.
Hertz Dias (PSTU) participou de uma caminhada no centro de São Paulo.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente e candidato à reeleição, desfilou em carro aberto no Rio de Janeiro, da Candelária até a Cinelândia. Ele incentivou os eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a votar no domingo (4). “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”, afirmou.
Lula também participou de um ato em Belo Horizonte, onde defendeu investimentos nas universidades públicas e na ciência.
Renan Santos (Missão) participou de uma coletiva de imprensa e da gravação de um podcast em São Paulo.
Romeu Zema (Novo) não teve agenda pública de campanha.
Ronaldo Caiado (PSD) participou, em Goiânia, de uma caminhada na região da 44 e na Avenida Igualdade, além de um bandeiraço na Avenida Anhanguera. Ele criticou a isenção de impostos para compras de até US$ 50 feitas no exterior e defendeu que benefício semelhante seja concedido aos empresários brasileiros. “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”, declarou.
A ordem de apresentação da cobertura das agendas dos candidatos à Presidência segue rodízio diário em ordem alfabética.











