A supermodelo e atriz Cara Delevingne, de 33 anos, compartilhou experiências impactantes sobre sua jornada de sobriedade em uma recente entrevista ao podcast de Louis Theroux. Durante a conversa, ela relembrou momentos difíceis, incluindo uma overdose quase fatal que a levou a repensar sua vida e carreira.
O episódio que marcou sua transformação começou com fotos tiradas por paparazzi em 2022, após o festival Burning Man. As imagens expuseram seu estado crítico, revelando o uso excessivo de substâncias e convulsões. Esse momento serviu como um alerta, não apenas para ela, mas também para aqueles ao seu redor, que se preocuparam profundamente com seu bem-estar.
O momento da overdose e o socorro
Delevingne descreveu como a tentativa de lidar com seus problemas sozinha culminou em uma crise severa. “Acabei tendo uma overdose porque acho que tinha opioides na cocaína que eu comprei”, contou. A intervenção de sua namorada, que chamou a polícia, foi crucial para sua sobrevivência.
O impacto emocional dessa experiência foi profundo. Ao acordar no hospital, Cara sentiu um peso enorme ao perceber a dor que causou aos que ama. “A vergonha é horrível. É difícil se perdoar depois disso”, refletiu, mostrando a luta interna que muitos enfrentam após experiências traumáticas.
Superação e o poder da música
Após ingressar em uma clínica de reabilitação no final de 2022, Delevingne encontrou uma nova paixão na música. Ela revelou que a arte se tornou uma forma de expressar sua dor e transformação. “A música sempre esteve presente, mas eu não me amava o suficiente para acreditar que conseguiria fazer isso até ficar sóbria”, disse.
Hoje, a atriz define sua sobriedade como um exercício diário de autoaceitação. “Desde que a sobriedade entrou na minha vida, me sinto mais como uma criança do que nunca”, afirmou, destacando a importância de amar a si mesma e aceitar suas imperfeições.
A história de Cara Delevingne é um lembrete poderoso sobre a luta contra vícios e a importância do apoio emocional. Sua jornada inspira muitos a buscarem ajuda e a encontrarem força na vulnerabilidade, mostrando que a superação é possível e que a arte pode ser um caminho para a cura.











