Os chinelos de salto, que marcaram os looks dos anos 1990 e 2000, estão de volta às produções de moda. Com saltos discretos, os modelos transitam entre o casual e o formal e são apontados como opções para os dias mais quentes.
Associado à estética minimalista da virada do milênio, o calçado voltou a aparecer nas ruas e também em levantamentos de consumo. Na edição mais recente da Semana de Moda de Copenhague, os chinelos de salto se destacaram entre as tendências adotadas pelas fashionistas.
A atriz e modelo Hailey Bieber também aderiu à proposta. Para uma festa em Nova York, ela combinou um par com um slip dress curto.
O interesse pela tendência aparece ainda no relatório Lyst Index, divulgado neste mês. Os saltos Vittoria, da Gucci, e as sandálias Toe, da Massimo Dutti, ficaram, respectivamente, na quarta e na sexta posições entre os produtos mais desejados do último trimestre.
Em Copenhague, durante o desfile da grife Studio Constance, a Havaianas apresentou sua versão da tendência. O modelo de borracha tem o dedão do pé coberto, detalhe que dividiu opiniões.
A colaboração entre Melissa e a grife escandinava Ganni também acompanha o movimento, com chinelos de salto em versões jelly e cores vibrantes.
Entre as propostas mais ousadas para este ano estão os modelos que deixam grande parte dos pés à mostra. Margaret Qualley usou na première londrina do filme “The Dog Stars” uma sandália da Chanel cujo solado sustenta apenas o calcanhar. O modelo foi apresentado no desfile cruise 2027 da marca, realizado em abril deste ano, em Biarritz, na França.
Para quem prefere os chinelos de salto tradicionais, referências de produções de Copenhague, Munique, Paris e Nova York mostram diferentes maneiras de incorporar a tendência ao dia a dia.
Entre as opções citadas estão o chinelo de dedo da Dolce & Gabbana, o chinelo de salto da Bershka, a sandália de dedo Vittoria, da Gucci, e a sandália de dedo da Melissa em colaboração com a Ganni.











