Candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), Clariana Barão apresenta o slogan “Proteger Hoje, Transformar o Amanhã” e coloca a proteção de mulheres e crianças como primeiro eixo de seu programa de governo.
Com o título “Mulheres e Crianças em Primeiro Lugar”, a proposta prevê a criação de uma rede nacional de proteção e resposta à violência, estabelece a primeira infância como prioridade nacional e inclui ações para proteger crianças e adolescentes e ampliar a autonomia econômica das mulheres. O programa está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Clariana Barão nasceu em Cuiabá, em 3 de abril de 1987. Advogada formada pelo Centro Universitário de Várzea Grande (MT), ela preside atualmente o Diretório Estadual do DC em Mato Grosso. Também já ocupou a presidência da Comissão de Solidariedade e Assistência Social da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Várzea Grande.
Na área econômica, o programa tem como mote “Economia: Prosperidade que Protege”. Entre as propostas estão a simplificação regulatória, a digitalização e a abertura rápida de empresas, além de medidas voltadas à segurança jurídica e à avaliação de normas.
Para pequenos negócios e empreendedores, a candidata propõe melhorar o crédito produtivo e as garantias, oferecer capacitação gerencial e digital e facilitar o acesso às compras públicas. O plano também inclui projetos de infraestrutura e logística para rodovias, com manutenção baseada em desempenho; ferrovias, hidrovias, portos e cabotagem; além de concessões, Parcerias Público-Privadas (PPPs) e planejamento de longo prazo.
Outros eixos econômicos são energia, conectividade e competitividade; responsabilidade fiscal com foco em resultados; trabalho, renda e proteção nas transições; agropecuária, agricultura familiar e segurança alimentar.
Para moradia, saneamento e mobilidade, o programa prevê urbanização, regularização, habitação, saneamento, drenagem, iluminação e prevenção de desastres de forma integrada. A proposta prioriza projetos maduros e territórios com maior déficit e risco, com o objetivo de evitar obras desconectadas. Também defende uma mobilidade segura e acessível, integrada a transporte, emprego, saúde e educação.
O plano inclui ainda ações nas áreas de clima, natureza e segurança hídrica; ciência, indústria e soberania digital; desenvolvimento regional, cultura e turismo.
Na educação, o mote é “Educação: Preparar para o Futuro”. O programa reúne propostas para a primeira infância e a preparação para aprender; alfabetização e aprendizagem essencial; valorização e apoio aos professores; escola para o século 21; ensino médio e técnico; transição para o trabalho; ensino superior, pesquisa e inovação; além de educação inclusiva, cultura e esporte.
Na segurança, Clariana defende a proteção da vida e a garantia da liberdade com segurança e inteligência. Entre as medidas estão o uso de equipamentos e o compartilhamento de dados para tornar as fronteiras mais inteligentes e integradas, o combate ao narcotráfico e ao tráfico de armas e a prioridade para ações de inteligência contra grandes organizações criminosas, com sufocamento financeiro das facções.
A candidata também propõe orientar a segurança urbana por dados e modificar a gestão do sistema prisional, com foco na redução da reincidência. O programa inclui a prevenção da violência contra mulheres e crianças e o enfrentamento de crimes cibernéticos.
Na saúde, a proposta é reforçar a medicina preventiva por meio de uma atenção primária resolutiva, da prevenção e do diagnóstico precoce. O programa também prevê estímulo à inovação e a terapias com avaliação científica, além de destacar o esporte e a atividade física como instrumentos de promoção da saúde, a melhoria da saúde digital e do acesso aos serviços, a atenção à saúde mental e a prevenção do suicídio.
Para a gestão do Estado, Clariana propõe digitalizar e simplificar processos para tornar a administração pública mais eficiente. Entre os pontos estão a gestão por metas e evidências; integridade e transparência; serviço público orientado à entrega; federalismo de resultados; respeito à independência dos Poderes e às regras democráticas; além de soluções digitais e presenciais para ampliar o acesso à Justiça e à resolução de conflitos.











