A peça “Meno Male”, de Juca de Oliveira, está prestes a retornar aos palcos brasileiros, prometendo uma nova experiência repleta de humor ácido e crítica social. A nova montagem estreia no dia 12 de junho de 2026, no Teatro Renaissance, em São Paulo, e já gera expectativa entre os amantes do teatro.
Com direção de Léo Stefanini, esta será a segunda montagem da obra após a morte do autor. O elenco conta com nomes renomados como Nuno Leal Maia, Marcelo Faria, Joaquim Lopes, Suzy Rêgo, Antoniela Canto e Naiara de Castro, que prometem trazer vida a personagens complexos e cativantes.
Enredo mistura política, família e humor
A trama gira em torno de Alberto, um Secretário de Estado corrupto, que vive um casamento infeliz com sua assessora Luísa, enquanto mantém um relacionamento extraconjugal com a jovem Angelina. O choque entre esses mundos opostos, representados pela tradicional Mooca e os bastidores do poder em Brasília e São Paulo, promete gerar situações cômicas e emocionantes.
As apresentações ocorrerão até 30 de agosto de 2026, com sessões às sextas-feiras, sábados e domingos. O enredo, repleto de personagens caricatos, reflete a realidade política brasileira de forma crítica e bem-humorada.
Relação afetiva com a obra
Para o diretor Léo Stefanini, a remontagem de “Meno Male” é uma experiência pessoal significativa. Ele relembra que seu pai participou da primeira versão da peça nos anos 1980, o que torna este projeto ainda mais especial para ele.
Stefanini destaca que a convivência com a obra ao longo de sua juventude moldou sua relação com o texto de Juca de Oliveira, influenciando diretamente a nova encenação. Essa conexão emocional promete trazer uma nova profundidade à peça.
Humor e crítica social
A nova montagem mantém o olhar crítico característico de Juca de Oliveira, abordando temas como poder, ambição e identidade. O humor inteligente e os diálogos afiados prometem entreter o público enquanto refletem sobre a sociedade brasileira.
Stefanini ressalta que “Meno Male” é uma comédia que, ao mesmo tempo, revela a tragédia vivida pelos personagens. Essa dualidade é o que torna a obra atemporal e relevante, reafirmando a importância da dramaturgia de Juca de Oliveira nos dias atuais.











