O espetáculo “Capiba, Pelas Ruas Eu Vou” estreou na noite de sexta-feira (29/5) no Teatro Poupex, em Brasília, e já promete encantar o público com sua rica homenagem ao compositor pernambucano Capiba. Com duas sessões programadas para este sábado (31/5), o musical destaca a importância do artista na cultura brasileira, especialmente no gênero frevo.
Após a apresentação de estreia, um coquetel foi oferecido no Hall General Burmann, com a presença de autoridades como o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o general Valério Stumpf Trindade, presidente da FHE Poupex. O evento não apenas celebrou a arte, mas também promoveu um espaço de networking entre os convidados.
Uma homenagem à cultura nordestina
Capiba, que viveu entre 1904 e 1997, é conhecido por suas mais de 200 composições, que vão desde frevos até peças eruditas. Durante o espetáculo, o público pode ouvir clássicos como “É de Amargar” e “Linda Flor da Madrugada”, que refletem a riqueza da música nordestina.
O musical é dirigido por Cecília Brennand, com direção musical de Rosemary Oliveira e direção artística de Ana Emilia Freire. Com 43 bailarinos cantores e uma orquestra de câmara, a produção promete uma experiência imersiva e emocionante para os espectadores.
Além de entreter, o espetáculo também tem um forte componente social. Ele faz parte das ações do Aria Social, uma instituição que há mais de 30 anos trabalha com a formação artística de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social na Região Metropolitana do Recife. A arte é utilizada como uma ferramenta de transformação e inclusão.
Desde sua estreia em 2022, o musical já foi assistido por mais de 60 mil pessoas, mostrando seu apelo e relevância cultural. A história de Capiba, que transformou o frevo em um símbolo da música popular brasileira, continua a ressoar entre diferentes gerações.
Se você ainda não assistiu, não perca a oportunidade de vivenciar essa experiência única que celebra a música e a cultura do Brasil. O espetáculo “Capiba, Pelas Ruas Eu Vou” é uma verdadeira ode à arte e à identidade nordestina.











