Diretor de Clair Obscur: Expedition 33 discute liberdade de Final Fantasy

Créditos: Divulgação

O diretor de Clair Obscur: Expedition 33, Guillaume Broche, revela que admira a Square Enix e a liberdade que a produtora tem para a criação dos jogos da franquia Final Fantasy, afirmando que parte do brilhantismo dela se deve a fazerem o que desejam nos jogos.

Para Broche, esta é a parte mais legal de um Final Fantasy: a possibilidade de trazerem aquilo que desejam debater e mostrar, sem temer um recuo na indústria gaming ou ficar para trás dos demais RPGs que estão disponíveis no mercado.

Eu acho que eles apenas podem fazer aquilo que querem, o que eu acho que é o que torna Final Fantasy legal e algo que definiu toda esta franquia, eles podem fazer o que querem

Guillaume Broche

Final Fantasy XVIFinal Fantasy XVI
Divulgação/Square Enix

Mesmo com Clair Obscur: Expedition 33 sendo um RPG de turno, o diretor diz que não cogita sequer opinar nos caminhos que um futuro Final Fantasy XVII deve seguir – no intenso debate entre os fãs que preferem que retornem ao modelo antigo, enquanto outros desejam que a Square Enix mantenha o padrão como RPG de ação na linha principal.

Eu penso que é justamente o que se tornou o pilar da franquia. Para mim, eles nunca descansam em cima daquilo que já fizeram antes. É realmente algo novo na indústria quando você vê uma franquia que apenas pega o que fizeram antes e aprimoram. Então, na verdade, eu nem quero entrar neste debate

Guillaume Broche

Veja mais:

Referências em Clair Obscur: Expedition 33

Quando Clair Obscur: Expedition 33 foi anunciado, o diretor Guillaume Broche já tinha afirmado que Final Fantasy era uma das inspirações que seguia para o novo projeto – ao lado de outros RPGs, como a série de jogos “Tales of” e até Lost Odyssey.

Apesar do caminho que a Sandfall Interactive está tomando para seu lançamento não ser um dos populares, eles não estão isolados nesta indústria. Franquias como Pokémon e até os principais títulos da Atlus – como Shin Megami Tensei, Persona e a sua próxima IP inédita, Metaphor: ReFantazio – também seguem o padrão de serem RPGs de turnos.

Fonte: GamesRadar+

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