A Justiça confirmou a exclusão de um motorista de Uberlândia de uma plataforma de corridas. O profissional foi banido após ser acusado de desviar intencionalmente os trajetos das viagens, resultando em tarifas mais altas para os passageiros.
O motorista recorreu da decisão, solicitando seu recadastramento na plataforma e reivindicando indenização por danos morais e materiais, alegando que a exclusão foi injusta e sem a oportunidade de defesa.
Após receber denúncias de usuários, a empresa utilizou dados de GPS e inteligência artificial para verificar os trajetos realizados. A análise revelou desvios desnecessários que aumentaram o valor das corridas em até R$ 15 em algumas viagens.
Em sua defesa, o motorista argumentou que os desvios poderiam ser causados por imprevistos, como obras ou congestionamentos, e questionou a validade das evidências apresentadas pela empresa.
No entanto, o relator do caso considerou as provas eletrônicas suficientes para comprovar a violação dos termos de uso da plataforma. O juiz destacou que a alteração das rotas foi intencional e que a exclusão do motorista não foi um ato abusivo, mas sim uma medida necessária diante do descumprimento das regras contratuais.











