A Polícia Federal apreendeu, na noite de quarta-feira, 8 de julho de 2026, a última arma registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que ainda não havia sido localizada. A espingarda foi entregue na delegacia da corporação em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul.
O armamento, uma espingarda Maestro Arms Company, teria sido um presente ao ex-presidente e estava sob a posse da empresa importadora, conforme informações da defesa de Bolsonaro. A apreensão marca um desdobramento significativo nas investigações em torno do ex-capitão.
Contexto das Apreensões
Na mesma data, agentes da Polícia Federal realizaram buscas na residência de Bolsonaro, onde ele cumpre prisão domiciliar humanitária. No entanto, os investigadores informaram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que não encontraram mais armamentos no local.
Na terça-feira, 7 de julho, a defesa de Bolsonaro comunicou a Moraes que uma outra arma, que não foi localizada pelo Exército, estava sob a custódia da Polícia Civil do Distrito Federal. Essa arma foi apreendida durante uma blitz envolvendo um militar que fazia a segurança do ex-presidente.
Na última sexta-feira, 3 de julho, o ministro revogou o Certificado de Registro e de Colecionar Atirador Desportivo e Caçador de dez armas registradas em nome de Bolsonaro. Além disso, a pistola que estava com o militar também foi apreendida, em uma ação que segue as diretrizes da decisão de Moraes, que manteve o regime domiciliar do ex-presidente.
A apreensão da espingarda e as ações da Polícia Federal refletem um momento delicado na política brasileira, especialmente em relação à segurança e ao controle de armamentos. A situação continua a gerar repercussões entre os apoiadores e opositores de Bolsonaro, que observam atentamente os desdobramentos legais e políticos.











