O 7º Simpósio Nacional do Rádio, que acontece no Rio de Janeiro, é um evento crucial para a discussão sobre o futuro da radiodifusão no Brasil. Profissionais da imprensa, estudantes e pesquisadores se reúnem para debater temas relevantes, como a digitalização do rádio e a preservação de acervos sonoros.
Com o tema “Rádio Nacional: 90 anos, memória, inovação e futuros da mídia sonora”, o simpósio promove reflexões sobre a importância histórica do rádio. O evento, que ocorre no Palácio Gustavo Capanema, destaca a relevância da mídia sonora na cultura brasileira e sua evolução ao longo das décadas.
Preservação e Inovação no Rádio
Uma das mesas de discussão aborda o papel da tecnologia na preservação do patrimônio radiofônico. Maria Carnevale, gerente de acervo da EBC, enfatiza que a tecnologia deve ser uma aliada no trabalho de preservação, ressaltando a importância do esforço humano nesse processo.
César Miranda Ribeiro, presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som, também contribui para o debate, mencionando o uso responsável da inteligência artificial. Ele destaca que essa ferramenta pode potencializar a criatividade, desde que utilizada de maneira consciente e ética.
O acervo da Rádio Nacional, que conta com mais de 53 mil itens, é um dos focos do simpósio. Esse patrimônio inclui partituras, documentos históricos e registros de grandes artistas que marcaram a história do rádio brasileiro, refletindo a rica cultura do país.
O evento não só promove a troca de conhecimentos, mas também fortalece a conexão entre a história do rádio e as novas gerações. Em Uberlândia e na região, iniciativas semelhantes podem inspirar jovens talentos a explorar o universo da comunicação sonora.
Com a realização do simpósio, o Brasil reafirma seu compromisso com a preservação da memória sonora e a inovação na mídia. O encontro é uma oportunidade valiosa para discutir o futuro do rádio e seu papel na sociedade contemporânea.











