Em um relato atribuído ao colunista James Akel, Vera Fischer é apresentada como uma das grandes atrizes brasileiras. O texto lembra que ela venceu o concurso de Miss Brasil aos 18 anos, ganhou projeção nacional e alcançou o auge ao protagonizar novelas da TV Globo.
Segundo o relato, durante esse período, a atriz se apaixonou por um ator e diretor de televisão que não é identificado. Akel afirma que conheceu o artista quando tinha 12 anos, na TV Excelsior, onde o ator dirigiu um especial do qual ele participou.
O texto descreve o ator como uma personalidade capaz de fascinar homens e mulheres. Na época, ele era casado, mas os ensaios e as gravações com Vera Fischer teriam intensificado a aproximação entre os dois, que acabaram se apaixonando.
A paixão teria ultrapassado a ficção e chegado à vida pessoal dos envolvidos. De acordo com o relato, a esposa do ator tomou conhecimento da situação e procurou uma amiga, que a aconselhou a não interferir, avaliando que se tratava de uma paixão passageira.
Com o passar do tempo, Vera Fischer teria se sentido incomodada com a situação, apesar de continuar apaixonada. Como conhecia a mulher do ator, embora não fosse amiga dela, decidiu encerrar o relacionamento em uma conversa direta. O fim deixou a atriz arrasada, enquanto o ator, também apaixonado, aceitou a decisão.
Akel relata ainda que, por algum tempo, o ator aparentava estar perdido quando aparecia na novela, olhando para o horizonte. Segundo ele, não se tratava de uma interpretação, mas de um reflexo dos sentimentos vividos pelo artista, que tentava reorganizar a própria vida.
Mais tarde, o ator teria retomado a relação com a esposa e voltado a dedicar a ela o amor de antes. O relato afirma que os dois viveram muitos anos juntos, até morrerem. O ator morreu primeiro, deixando, segundo Akel, uma lacuna na televisão e na vida da mulher amada; a esposa morreu algum tempo depois.











