Honda WR-V volta, Renault lança Boreal e mais

Nesta edição do Semana Motor1.com Brasil, os holofotes se voltam para o retorno do Honda WR-V, completamente reformulado e agora posicionado como um SUV compacto. A semana também marcou a chegada do Renault Boreal, primeiro SUV médio nacional da marca francesa, que promete elevar o padrão de tecnologia e acabamento no segmento.

Outros destaques incluem a reestilização do Volkswagen Taos, o retorno do Jetta GLI com design atualizado e a boa performance do VW Tera, que já figura entre os carros mais vendidos do país. No Momento InsideEVs, a BYD anunciou a chegada do Dolphin Mini GL, mais barato e voltar a taxistas e público PcD.

Honda WR-V 2026 é lançado

Totalmente reformulado, o novo Honda WR-V 2026 chega ao mercado brasileiro com dimensões maiores, visual robusto e uma proposta inédita dentro da linha da marca. Produzido em Itirapina (SP), o SUV parte de R$ 144.900 na versão EX e R$ 149.900 na EXL, ambas equipadas com o motor 1.5 aspirado flex de 126 cv e 15,8 kgfm, o mesmo usado no City, acoplado ao câmbio CVT.

O modelo se destaca pelo espaço interno generoso, com porta-malas de 458 litros, além do pacote completo Honda Sensing, que inclui frenagem autônoma, controle de cruzeiro adaptativo e assistente de permanência em faixa. O WR-V também inaugura a garantia de seis anos sem limite de quilometragem, algo inédito na marca. Com 4,32 m de comprimento, o SUV mira diretamente rivais como Nivus, Pulse e Fastback, apostando em conforto, eficiência e custo de manutenção baixo.

O aguardado Renault Boreal marca a entrada da marca no segmento de SUVs médios nacionais. Produzido em São José dos Pinhais (PR), o modelo usa o motor 1.3 TCe turbo flex de 163 cv e 27,5 kgfm, com câmbio de dupla embreagem de sete marchas. As versões Evolution, Techno e Iconic custam entre R$ 179.990 e R$ 214.990, com o objetivo de rivalizar Jeep Compass, Corolla Cross e VW Taos.

Por dentro, o SUV traz um salto de qualidade notável, com duas telas integradas de 10”, sistema OpenR Link com Google Automotive Services nativo e até 24 assistentes de condução. O porta-malas de 586 litros é um dos maiores da categoria. A Renault já confirmou o desenvolvimento de uma versão híbrida nacional, que deve ser lançada ainda no ciclo de vida do modelo.

O Volkswagen Taos foi atualizado na Argentina e passa a chegar ao Brasil com leves mudanças no visual e melhorias no acabamento interno. Agora importado do México, o SUV mantém o motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm, com câmbio automático de oito marchas e tração dianteira. O design ganhou nova grade, faróis full LED e para-choques redesenhados, aproximando o Taos da identidade visual global da marca. No interior, o modelo recebeu novos materiais e central multimídia mais rápida com o sistema VW Play, além de painel digital configurável e pacote ampliado de assistentes de condução. 

O sedã esportivo Volkswagen Jetta GLI 2026 também foi atualizado e volta às concessionárias por R$ 269.990. O modelo traz visual inspirado no Tiguan e no SUV Tera, com novos para-choques, grade redesenhada e rodas de 18”. Sob o capô, mantém o motor 2.0 TSI de 231 cv e 35,7 kgfm, associado ao câmbio DSG de dupla embreagem e sete marchas.

Além do desempenho que o coloca entre os carros mais rápidos da marca no país, o Jetta GLI ganhou uma cabine mais refinada, com bancos esportivos, iluminação interna configurável e novo sistema multimídia. A proposta é manter viva a tradição dos sedãs esportivos no portfólio da Volkswagen, agora em meio à forte onda de SUVs.

O mercado brasileiro continua aquecido, e o destaque da primeira quinzena de outubro foi o desempenho do Volkswagen Tera, que já aparece como segundo carro mais vendido do país, superando HB20 e Polo. A Fiat Strada segue líder, enquanto SUVs como Pulse, Creta e Tracker completam o top 10.



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Foto de: InsideEVs Brasil

A BYD ampliou sua presença no mercado brasileiro com o lançamento do Dolphin Mini GL, montado na nova fábrica de Camaçari (BA). A versão mais acessível do elétrico agora tem preço abaixo de R$ 99 mil para PCD e taxistas, fortalecendo a estratégia da marca de popularizar a mobilidade elétrica. O modelo é equipado com motor elétrico de 75 cv e 13,8 kgfm, bateria Blade de 30 kWh e autonomia de até 250 km.

O Dolphin Mini já é o carro elétrico mais vendido do Brasil, com quase 45 mil unidades acumuladas. A produção nacional permitirá ampliar a oferta e reduzir prazos de entrega e o uso de incentivos fiscais para carros produzidos no país.

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