No universo da estética, o XERF — que significa Experience Exponential RF — está se destacando como uma das promessas de beleza para 2026. Este tratamento, que utiliza radiofrequência, é conhecido por proporcionar firmeza à pele, efeito lifting e estimular a produção de colágeno, atraindo a atenção de muitas pessoas, incluindo celebridades.
Como funciona o XERF?
Originário da Coreia, o XERF opera com radiofrequências de 6,78 MHz e 2 MHz. Essa combinação permite atingir diferentes camadas da pele, promovendo tanto um efeito lifting superficial quanto uma penetração mais profunda, que pode ser benéfica para a flacidez.
O dermatologista David Kim explica que essa tecnologia é única, pois a capacidade de atingir camadas mais profundas da pele é o que a diferencia de outros tratamentos disponíveis no mercado.
No entanto, essa mesma profundidade de penetração gera preocupações em algumas pessoas. O medo de que o tratamento possa derreter a gordura subcutânea do rosto, que naturalmente diminui com a idade, é um fator que impede muitos de experimentar a técnica.
Considerações importantes
Embora existam receios sobre a perda de gordura facial, David Kim esclarece que a perda de gordura só ocorre em temperaturas acima de 65 °C. O XERF, por sua vez, não ultrapassa os 42 °C, o que minimiza os riscos associados.
Além disso, para quem está considerando um procedimento de lifting facial, é aconselhável evitar não apenas o XERF, mas também qualquer tratamento invasivo, garantindo assim uma recuperação mais tranquila.
Outro ponto que gera apreensão é a dor durante o tratamento. Segundo Kim, a maioria dos pacientes relata uma sensação agradável, com dor avaliada em apenas dois em uma escala de 10, tornando a experiência mais suportável.
Em resumo, o XERF apresenta-se como uma opção interessante para quem busca rejuvenescimento facial. Contudo, é fundamental consultar um profissional qualificado para avaliar se este tratamento é adequado para suas necessidades e expectativas.











