Uberlandia, MG Dom, 01 de novembro
26° Máx. 28° · Mín. 19° Nublado
Previsão para Uberlândia Hoje: nublado
Amanhã, 02/11 29° 19° 76% chuva
ter, 03/11 30° 19° 51% chuva
qua, 04/11 30° 20° 51% chuva
qui, 05/11 30° 21° 73% chuva
sex, 06/11 30° 21° 76% chuva
sáb, 07/11 30° 20° 86% chuva
dom, 08/11 26° 18° 68% chuva
Dados meteorológicos fornecidos por Open-Meteo.
Jovem de Tiros, MG, com Epidermólise Bolhosa busca apoio para tratamento diário
Imagem: Reprodução
Uberlândia

Jovem de Tiros, MG, com Epidermólise Bolhosa busca apoio para tratamento diário

Compartilhar Facebook X WhatsApp Telegram

Adrielly Lima, uma jovem de 28 anos, reside em Tiros, no Alto Paranaíba. Desde o nascimento, ela enfrenta a Epidermólise Bolhosa, uma doença genética rara e incurável. Atualmente, vive apenas com a mãe, que não possui emprego e não consegue ajudar nos cuidados necessários para as lesões. Diariamente, Adrielly precisa de curativos para aliviar a dor e conter a evolução dos machucados, o que gera um custo constante que a família não consegue arcar sozinha.

A Epidermólise Bolhosa é caracterizada pela formação de bolhas na pele devido a pequenos traumas e se manifesta desde o nascimento. Segundo o Ministério da Saúde, a condição provoca dor intensa e impacta a vida cotidiana dos pacientes. As crianças afetadas são frequentemente chamadas de “Crianças Borboletas” devido à fragilidade da pele, que se assemelha às asas do inseto.

No Brasil, conforme a Associação DEBRA, existem 802 pessoas diagnosticadas com a doença. Nos últimos cinco anos, foram registradas 121 mortes relacionadas a complicações da Epidermólise Bolhosa. A condição não é transmissível e não possui cura.

Adrielly relata que, ao nascer, os médicos não deram esperanças de vida. Com 95% do corpo coberto por bolhas e lesões, ela enfrenta dificuldades para dormir e se alimenta apenas de líquidos devido ao estreitamento do esôfago. Apesar das adversidades, conseguiu concluir a faculdade de pedagogia e mantém uma lojinha para ajudar nas despesas, embora tenha dificuldades em conseguir um emprego fixo devido às limitações impostas pela doença.

Os curativos são essenciais para o tratamento, mas a necessidade de trocas diárias gera um alto custo. Adrielly menciona que utiliza 75 telas por mês, e o processo de troca é doloroso e demorado, levando até três horas. Para arrecadar recursos, ela decidiu compartilhar sua história nas redes sociais, buscando não apenas ajuda financeira, mas também inspirar outras pessoas.

Além de Adrielly, o pequeno Gui, um garoto de 11 anos e torcedor do Vasco, também se tornou conhecido por compartilhar sua luta contra a Epidermólise Bolhosa, tornando-se um símbolo de perseverança e amor pelo esporte nas redes sociais.

0 votos: 0 positivos, 0 negativos (0 pontos)

Deixe uma resposta
Miramontes 350×750
Notíciasletter
Receba nossas noticias
Um resumo direto no seu e-mail.
Sign In/Sign Up Pesquisar
Loading

Signing-in 3 seconds...

Signing-up 3 seconds...