O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte de Niño Guerrero, líder do grupo criminoso El Tren de Aragua, em uma operação militar realizada no sudeste da Venezuela. A ação foi executada pelo comando sul das forças armadas dos EUA, com sede na Flórida, e ocorreu a cerca de 715 quilômetros da fronteira brasileira, em Ciudad Bolívar.
Trump descreveu a operação como um “ataque rápido e letal”, realizado em colaboração com aliados na Venezuela. Ele classificou o El Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira, destacando a importância da ação para a segurança regional.
Reação do governo venezuelano
Em resposta, o governo da Venezuela se referiu ao grupo como uma “organização criminal” e prometeu continuar adotando medidas para garantir a segurança da população. A nota oficial enfatiza o compromisso do governo em manter a paz e a tranquilidade no país.
O presidente Trump também afirmou que os membros do El Tren de Aragua não terão mais refúgio seguro, prometendo que “assassinos cruéis e chefões do narcotráfico” serão encontrados em qualquer lugar. Essa declaração reflete a postura agressiva dos EUA em relação ao combate ao narcotráfico na América Latina.
A operação que resultou na morte de Niño Guerrero é parte de uma estratégia mais ampla dos Estados Unidos, que inclui a designação de grupos como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Essa decisão foi anunciada pelo Departamento de Estado no final de maio.
Até o momento, detalhes adicionais sobre a operação e suas consequências ainda estão em apuração. A situação na Venezuela continua a ser monitorada de perto, dada a complexidade do cenário político e social na região.











