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Pecuária brasileira registra recordes de abate no 1º trimestre de 2026
Imagem: Reprodução
Agro

Pecuária brasileira registra recordes de abate no 1º trimestre de 2026

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A pecuária brasileira começou 2026 com resultados impressionantes. No primeiro trimestre, o Brasil registrou recordes no abate de bovinos, suínos e frangos, além de uma captação de leite sem precedentes para o período. Esses números refletem a força do setor e sua importância para o agronegócio nacional.

O crescimento na oferta de proteínas animais é impulsionado pela demanda interna e pelo aumento das exportações, especialmente nas carnes bovina, suína e de frango. Essa expansão não apenas beneficia os produtores, mas também impacta positivamente a economia regional e nacional.

Abate de bovinos e suínos atinge novos patamares

No primeiro trimestre de 2026, o Brasil abateu 10,29 milhões de bovinos, um aumento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Mato Grosso se destacou, respondendo por 17,5% do total nacional, seguido por São Paulo e Goiás.

A suinocultura também teve um desempenho notável, com 15,27 milhões de suínos abatidos, um crescimento de 5,5% em relação ao ano passado. Santa Catarina liderou essa atividade, concentrando 28,1% dos abates, o que demonstra a importância do estado no setor.

Além disso, a avicultura brasileira manteve-se forte, com 1,71 bilhão de frangos abatidos, um aumento de 3,6% em comparação ao primeiro trimestre de 2025. O Paraná continua sendo o principal estado produtor, representando 35% do total nacional.

Captação de leite e mercado de couro

A captação de leite também atingiu um marco histórico, com 6,78 bilhões de litros adquiridos, um crescimento de 2,6% em relação ao ano anterior. Minas Gerais se destacou com 23,5% da captação nacional, embora os preços pagos aos produtores tenham caído 18,8% em relação ao ano passado.

O mercado de couro, por sua vez, se manteve estável, com 10,75 milhões de peças recebidas pelos curtumes. Goiás liderou a recepção, mostrando a continuidade da produção de couro no Brasil.

Os dados do primeiro trimestre de 2026 reforçam a resiliência do setor pecuário brasileiro. Com recordes em várias áreas, o Brasil se consolida como um dos principais fornecedores globais de proteínas animais, beneficiando tanto os produtores quanto a economia do país.

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