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Brasil fecha etapa da Copa do Mundo de Ginástica na Hungria com seis medalhas
Foto original adaptada visualmente por IA.
Futebol

Brasil fecha etapa da Copa do Mundo de Ginástica na Hungria com seis medalhas

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O Brasil encerrou neste domingo a participação na etapa de Szombathely, na Hungria, da Copa do Mundo de Ginástica Artística com cinco medalhas no último dia de finais. Flávia Saraiva conquistou o ouro na trave e a prata no solo; Arthur Nory foi campeão na barra fixa; Rebeca Andrade ficou com a prata na trave; e Lorrane Oliveira levou o bronze no solo.

Com os resultados, a Seleção Brasileira terminou a competição com seis medalhas: três ouros, duas pratas e um bronze. No sábado, Flávia Saraiva já havia conquistado o título nas barras assimétricas.

Chefe da delegação brasileira em Szombathely, Juliana Fajardo avaliou positivamente o desempenho da equipe e destacou que a etapa serviu como preparação para o Campeonato Mundial de Roterdã.

“Avaliamos a participação de forma positiva, não só pelos resultados, mas principalmente pelo propósito desta etapa dentro do nosso planejamento. Szombathely é a competição que antecede o Mundial, e é exatamente nessa fase que precisamos de avaliações próximas à arbitragem internacional para fazer os ajustes finais antes de Rotterdam. Os atletas se apresentaram bem e estão numa curva de crescimento de performance, demonstrando constância, reforçando que o planejamento está no caminho”, afirmou.

Arthur Nory abriu o domingo brasileiro com o ouro na barra fixa. O ginasta somou 14.133 pontos e superou o tcheco Tomas Kalinic, que ficou com a prata, com 13.300. O polonês Kacper Garnczarek completou o pódio, com 12.833.

Na trave, o Brasil teve uma dobradinha. Flávia Saraiva levou o ouro, com 13.766 pontos, enquanto Rebeca Andrade ficou com a prata, com 13.600. A britânica Emily Roper terminou na terceira colocação, com 12.866.

Flávia também subiu ao pódio no solo, desta vez com a prata. A brasileira marcou 13.433 pontos, apenas 0.033 atrás da norte-americana Dulcy Caylor, campeã com 13.466. Lorrane Oliveira garantiu o bronze, com 12.933.

O Brasil ainda teve Lucas Bitencourt na final das barras paralelas. O ginasta terminou na quarta posição, com 13.000 pontos.

Caio Souza, que estava classificado para as finais das barras paralelas e da barra fixa, não competiu neste domingo após sofrer uma lesão no bíceps braquial durante a final das argolas, no sábado. Ele retornará ao Brasil para realizar exames complementares e avaliar a lesão.

Com o fim da competição na Hungria, a Seleção inicia a reta final da preparação para o Campeonato Mundial, que será realizado em outubro, em Roterdã, na Holanda. A equipe feminina ficará concentrada em Amsterdã, enquanto o grupo masculino realizará os treinamentos em Sangalhos, em Portugal.

Na primeira etapa da aclimatação, Rebeca Andrade, Lorrane Oliveira, Flávia Saraiva e Sophia Weisberg integram a equipe feminina. Arthur Nory, Vitaliy Guimarães, Bernardo Miranda e Diogo Soares formam o grupo masculino.

Posteriormente, Carolyne Pedro, Gabriela Vieira, Julia Coutinho e Thais Fidelis se juntam às mulheres, enquanto Johnny Oshiro, Patrick Correa e Yuri Guimarães passam a integrar a preparação masculina.

“Szombathely cumpriu exatamente o papel para o qual foi planejada dentro do nosso calendário: nos dar uma leitura precisa do momento da equipe a partir do contato com a arbitragem internacional, algo que só conseguimos em competição. Isso nos permitiu identificar, com mais clareza, os pontos técnicos que ainda precisam e podem ser ajustados nas próximas semanas. Nossa prioridade sempre será o processo e toda a equipe está empenhada e alinhada. Agora seguimos para a fase 1 de aclimatação, buscando manter essa evolução para chegar ao Mundial nas melhores condições físicas, técnicas e emocionais”, completou Juliana.

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