A música pode contribuir para acalmar, recuperar lembranças e promover mudanças comportamentais. Essas possibilidades são exploradas pela musicoterapia, tratamento que utiliza recursos sonoros e musicais dentro de um processo terapêutico.
De acordo com a musicoterapeuta Gilda Maia, a prática está inserida no campo da saúde e utiliza elementos como ritmo, melodia, harmonia, voz, sons e movimento. O trabalho é conduzido pelo musicoterapeuta conforme os objetivos de cada processo terapêutico.
A música também pode favorecer pessoas com atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor. Em pacientes que apresentam dificuldades de linguagem e interação, as melodias podem ajudar na expressão de emoções e no desenvolvimento de habilidades comunicativas.
Gilda Maia explica que a cantoterapia, por exemplo, permite trabalhar a percepção corporal, a respiração, a expressão e a relação da pessoa com a própria voz. Em outros contextos, também podem ser utilizados recursos sonoros e vibroacústicos, de acordo com as finalidades do tratamento.











