As eleições de 2026 definiram, ainda no primeiro turno, os governadores de 20 estados. É o maior número registrado desde o início da série histórica, em 1990, superando o recorde anterior, de 18 estados, alcançado em 2010.
O resultado alterou o mapa partidário dos governos estaduais. O PL elegeu cinco governadores e ficou na liderança. O PSD conquistou quatro governos, enquanto PT e Republicanos venceram em três estados cada. O PP elegeu dois governadores, e MDB, Podemos e PSDB conquistaram um governo estadual cada.
Pelo PL, foram eleitos Sergio Moro, no Paraná; Jorginho Mello, em Santa Catarina; Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul; Marcos Rogério, em Rondônia; e Arthur Henrique, em Roraima. O PSD elegeu Dr. Furlan, no Amapá; Eduardo Braide, no Maranhão; Raquel Lyra, em Pernambuco; e Fábio Mitidieri, em Sergipe.
O PT venceu na Bahia, no Ceará e no Piauí, com Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas e Rafael Fonteles, respectivamente. O Republicanos conquistou São Paulo, com Tarcísio de Freitas; Minas Gerais, com Cleitinho Azevedo; e Mato Grosso, com Otaviano Pivetta.
O PP elegeu Lucas Ribeiro na Paraíba e Eduardo Riedel em Mato Grosso do Sul. Daniel Vilela foi eleito pelo MDB em Goiás; Dr. Daniel venceu pelo Podemos no Pará; e JHC conquistou o governo de Alagoas pelo PSDB.
Entre os 20 estados que definiram seus governadores, oito estão no Nordeste, quatro no Norte, três no Centro-Oeste, três no Sul e dois no Sudeste. Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins ainda terão segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Os governadores administram os estados e executam políticas públicas em áreas como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico. As decisões dos governos estaduais afetam serviços como hospitais e escolas estaduais, policiamento, sistema prisional, transporte e programas sociais. Eles também negociam com a União e os municípios a execução de obras e programas financiados com recursos públicos.











