Uberlandia, MG Dom, 01 de novembro
20° Máx. 29° · Mín. 20° Neblina
Previsão para Uberlândia Hoje: neblina
Amanhã, 02/11 29° 20° 69% chuva
ter, 03/11 29° 20° 61% chuva
qua, 04/11 30° 20° 55% chuva
qui, 05/11 30° 21° 82% chuva
sex, 06/11 30° 21° 75% chuva
sáb, 07/11 30° 20° 73% chuva
dom, 08/11 28° 20° 76% chuva
Dados meteorológicos fornecidos por Open-Meteo.
Senado pode votar fim da escala 6×1 em dois turnos nesta quarta-feira
Foto original adaptada visualmente por IA.
Política

Senado pode votar fim da escala 6×1 em dois turnos nesta quarta-feira

Compartilhar Facebook X WhatsApp Telegram

O Senado pode votar em dois turnos nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1. O avanço depende da aprovação de um requerimento de calendário especial pelo plenário.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta terça-feira (13) que já há assinaturas suficientes para levar o pedido à análise dos senadores. O anúncio foi feito no fim da sessão deliberativa.

“Já há o número regimental para a apreciação do calendário especial na tarde da sessão de amanhã”, afirmou Alcolumbre.

A quarta sessão de discussão da proposta havia sido encerrada, e a quinta e última está prevista para esta quarta, antes da votação em primeiro turno, que já constava na pauta.

Pelas regras do Senado, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes do primeiro turno. Depois, há uma exigência de intervalo de mais três sessões até o segundo turno. O calendário especial permite antecipar essa segunda etapa.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), já havia informado que apresentaria o requerimento. Segundo ela, existe um acordo com Alcolumbre para tentar concluir as duas votações no mesmo dia. A senadora estima ter pelo menos 50 votos favoráveis. São necessários 49 votos, dos 81 senadores, em cada turno.

De acordo com o texto da PEC, a escala atual, com um dia de descanso a cada seis trabalhados, seria substituída por dois dias de folga remunerada por semana, sem redução salarial. A jornada máxima semanal também cairia de 44 para 40 horas, em uma transição gradual.

As empresas teriam 60 dias, contados a partir da promulgação, para adotar a escala 5×2 e limitar a jornada a 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, o limite chegaria a 40 horas, completando uma transição de 14 meses.

A proposta prevê exceções para trabalhadores com diploma de ensino superior e remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87. Eles poderiam negociar diretamente com o empregador a duração da jornada, desde que mantida a escala 5×2. O texto também preserva acordos e convenções coletivas de categorias com regimes diferenciados.

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC em maio, em dois turnos e por ampla maioria. Em agosto, o texto chegou à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que o aprovou no início de setembro e o encaminhou ao plenário, onde está em deliberação desde a semana passada.

Se os senadores mantiverem o texto aprovado pela Câmara e o aprovarem nos dois turnos, a proposta seguirá diretamente para promulgação pelo Congresso Nacional. Caso haja alteração de mérito, a PEC terá de retornar à Câmara dos Deputados.

0 votos: 0 positivos, 0 negativos (0 pontos)

Deixe uma resposta
Miramontes 350×750
Notíciasletter
Receba nossas noticias
Um resumo direto no seu e-mail.
Sign In/Sign Up Pesquisar
Loading

Signing-in 3 seconds...

Signing-up 3 seconds...