Uma grande manifestação reuniu estudantes e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, no centro de Brasília. O ato ocorreu em 13 de outubro de 2026 e começou em frente à Biblioteca Nacional, de onde os participantes seguiram pela Esplanada dos Ministérios.
Principalmente jovens subiram em um trio elétrico e defenderam o fim da escala de trabalho 6×1, que tramita no Senado, além dos programas sociais do governo, da educação gratuita e do Sistema Único de Saúde (SUS). Os manifestantes também se posicionaram contra privatizações.
Durante a caminhada, a expressão “Estudantes pela democracia” foi projetada na cúpula do Museu Nacional da República. O ato começou no fim da tarde, e os participantes cantaram ao longo da manifestação, destacando a importância de programas do governo para suas trajetórias.
Carrinhoazes levados pelos participantes agradeciam ao presidente e ressaltavam o papel do Programa Universidade para Todos (Prouni). Ana Luiza Moraes, de 20 anos, moradora de Sobradinho, disse que cursa enfermagem graças à iniciativa e que é a primeira pessoa de sua família a chegar à faculdade.
A amiga dela, Natiele Rodrigues, de 19 anos, também moradora de Sobradinho, afirmou que os jovens precisam se manifestar mais em defesa de programas como o Prouni e da democracia.
A comerciante autônoma Michele Andrade, de 22 anos, moradora de Ceilândia, acompanhou o ato enquanto vendia água e refrigerantes. Ela afirmou que não conseguiu ingressar em uma faculdade, mas considera importante que as mulheres se defendam e destacou declarações do presidente sobre a defesa delas.
A estudante de psicologia Ana Clara Queiroz, de 19 anos, disse acreditar que mulheres, pessoas LGBT e pessoas pobres demonstram maior interesse na reeleição de Lula por avaliarem que há mais políticas públicas voltadas a esses grupos. “Eu, como mulher, negra e LGBT, tenho medo de direitos serem retirados”, declarou.
Ao lado dela, Isabela Rodrigues, de 20 anos, que faz cursinho para tentar ingressar em medicina veterinária, afirmou que os jovens despertaram para a importância de votar neste ano. “Chegamos com mais ânimo agora. Principalmente nós que somos pobres”, disse.











